O ano de 2022 marca o bicentenário da Proclamação da Independência do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, que será comemorado em 7 de setembro.
Para celebrar esse importante marco histórico, personalidades de todas as áreas do conhecimento pretendem um debate aprofundado sobre a nossa história, como uma oportunidade para olharmos para o passado, compreendermos o presente e pensarmos o futuro.
No âmbito do Judiciário, o ato de independência também trouxe importantes reflexos a partir da elevação da Relação do Rio de Janeiro (antigo órgão judiciário que funcionou entre 1751 e 1808) à condição de Casa da Suplicação do Brasil, o que se deu no dia 10 de maio de 1808. Desde então, os processos passaram a tramitar exclusivamente no País, sem precisar passar pela suprema corte em Portugal.
Assim, celebrar o bicentenário da independência da Justiça brasileira é, antes de mais nada, rememorar a evolução de nossas instituições políticas, avaliar as transformações e ressaltar as lutas e os progressos no desenvolvimento dos direitos civis e políticos ao longo desse período.
É, portanto, com imensa satisfação que apresento a público esta obra contendo artigos escritos por notáveis ministros, magistrados e acadêmicos que se dedicaram a compartilhar seus conhecimentos, fazendo uma análise da trajetória do Sistema de Justiça brasileiro ao longo da nossa história.
Esta obra, organizada pela Ajufe, contém vários artigos científicos de autoria de renomados professores e juristas, que propõem uma análise da nossa história para que esta data oficial, mais que uma efeméride, seja um momento de avaliação, aprendizado e reflexão.
Assim, o objetivo precípuo, aqui, é destacar a estruturação do Judiciário independente no Brasil, a partir da criação da Casa da Suplicação, e homenagear personalidades e instituições que tiveram importante papel nesse enredo.
Trata-se de obra indispensável a todos os interessados e tem, verdadeiramente, um valor histórico inestimável, pois é fruto do trabalho de autores que conseguem reunir a condição de profundos conhecedores da História e do Direito, garantindo, assim, a união da precisão e profundidade dogmática com a clareza na exposição, que caracterizam as grandes obras jurídicas.
Da Apresentação
Ministro Humberto Martins
O ano de 2022 marca o bicentenário da Proclamação da Independência do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, que será comemorado em 7 de setembro.
Para celebrar esse importante marco histórico, personalidades de todas as áreas do conhecimento pretendem um debate aprofundado sobre a nossa história, como uma oportunidade para olharmos para o passado, compreendermos o presente e pensarmos o futuro.
No âmbito do Judiciário, o ato de independência também trouxe importantes reflexos a partir da elevação da Relação do Rio de Janeiro (antigo órgão judiciário que funcionou entre 1751 e 1808) à condição de Casa da Suplicação do Brasil, o que se deu no dia 10 de maio de 1808. Desde então, os processos passaram a tramitar exclusivamente no País, sem precisar passar pela suprema corte em Portugal.
Assim, celebrar o bicentenário da independência da Justiça brasileira é, antes de mais nada, rememorar a evolução de nossas instituições políticas, avaliar as transformações e ressaltar as lutas e os progressos no desenvolvimento dos direitos civis e políticos ao longo desse período.
É, portanto, com imensa satisfação que apresento a público esta obra contendo artigos escritos por notáveis ministros, magistrados e acadêmicos que se dedicaram a compartilhar seus conhecimentos, fazendo uma análise da trajetória do Sistema de Justiça brasileiro ao longo da nossa história.
Esta obra, organizada pela Ajufe, contém vários artigos científicos de autoria de renomados professores e juristas, que propõem uma análise da nossa história para que esta data oficial, mais que uma efeméride, seja um momento de avaliação, aprendizado e reflexão.
Assim, o objetivo precípuo, aqui, é destacar a estruturação do Judiciário independente no Brasil, a partir da criação da Casa da Suplicação, e homenagear personalidades e instituições que tiveram importante papel nesse enredo.
Trata-se de obra indispensável a todos os interessados e tem, verdadeiramente, um valor histórico inestimável, pois é fruto do trabalho de autores que conseguem reunir a condição de profundos conhecedores da História e do Direito, garantindo, assim, a união da precisão e profundidade dogmática com a clareza na exposição, que caracterizam as grandes obras jurídicas.
Da Apresentação
Ministro Humberto Martins
COORDENADOR
AUTORES
APRESENTAÇÃO
PREFÁCIO
CAPÍTULO 1
Alexandre Veronese
Sergio Maia Tavares Marques
A INFLUÊNCIA DA DOUTRINA E DO TEXTO CONSTITUCIONAL DE PORTUGAL EM ACÓRDÃOS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL DO BRASIL
Introdução
1 Teoria
2 A Influência portuguesa na doutrina e no texto constitucional brasileiro
3 Pesquisa na base de dados do Supremo Tribunal Federal (Brasil)
3.1 Busca de autores portugueses selecionados
3.2 Busca de termos da constituição da república portuguesa e Tribunal Constitucional de Portugal
Conclusão
Referências
Referências bibliográficas
Casos judiciais citados
CAPÍTULO 2
Antônio Herman Benjamin
DOUTRINA E PARECER CONTENCIOSO REMUNERADO: A DEFORMAÇÃO DO DISCURSO JURÍDICO NO BRASIL
Introdução
1 Doutrina e fontes do Direito
2 Distinção entre doutrina e parecer jurídico contencioso
2.1 Sentido da crítica
2.2 Faroeste do discurso jurídico
2.3 Abuso do parecer
2.4 Isonomia processual
3 Parecer contencioso não é doutrina: duplo silêncio da legislação e da academia
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 3
Benedito Gonçalves
O ENFRENTAMENTO DA DESIGUALDADE RACIAL: CONTRIBUIÇÕES E DESAFIOS DA JUSTIÇA BRASILEIRA
Referências
CAPÍTULO 4
Bruno Bianco Leal
Claudio Xavier Seefelder Filho
UMA NOVA CONCEPÇÃO DE ADVOCACIA PÚBLICA
Introdução
1 Os métodos adequados de solução de conflitos (MASC)
1.1 Da Mediação e da Conciliação
1.2 Da Arbitragem
1.3 Da transação
1.4 Do negócio jurídico processual
Conclusão
CAPÍTULO 5
Bruno Dantas
João Victor Prasser
MODULAÇÃO DE EFEITOS BRASILEIRA NA PRÁTICA PROCESSUAL CONSTITUCIONAL
Introdução
1 A modulação de efeitos na prática processual constitucional
2 Aspectos procedimentais da modulação contemporânea
2.1 Quórum
2.2 Postulação e veículo de apreciação
2.3 Quem pode modular?
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 6
Daniel Carnio Costa
O SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E OS JULGAMENTOS DE CONFLITOS DE COMPETÊNCIA ENTRE JUÍZOS DE INSOLVÊNCIA E JUÍZOS CÍVEIS E FISCAIS. QUAL O MELHOR TRATAMENTO DA NOVA COOPERAÇÃO JURISDICIONAL PREVISTA NO ART. 6º, PARÁGRAFOS 7-A E 7-B, DA LEI N. 11.101/05?
CAPÍTULO 7
Eduardo André Brandão de Brito Fernandes
A MINI REFORMA ANTES DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA
1 Auxílio-acidente não mantém mais a qualidade de segurado
2 Da prova tarifada para dependência econômica e união estável
3 Proibição da inscrição de segurado facultativo ou contribuinte individual post mortem
4 Carência para salário maternidade e auxílio-reclusão
5 Recuperação da carência
6 A nova forma de cálculo das atividades concomitantes
7 Suspensão e cancelamento do auxílio por incapacidade temporária do segurado preso
8 Salário maternidade da segurada desempregada
9 Novo termo inicial da pensão por morte
10 Rateio entre dependentes
11 Pensão por morte em alimentos temporários
Conclusões
CAPÍTULO 8
Emmanoel Pereira
JUSTIÇA DO TRABALHO E CIDADANIA : A ATUAÇÃO DA JUSTIÇA SOCIAL EM PROL DA DEMOCRACIA
Introdução
1 Justiça do Trabalho no Brasil – história e evolução
2 A Justiça do Trabalho em seus 80 anos
3 Tribunal Superior do Trabalho – o Tribunal da Justiça Social
4 Tecnologia e modernização do judiciário trabalhista
5 Produtividade na Justiça do Trabalho
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 9
Fátima Nancy Andrighi
A FERRAMENTA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: SUSTENTABILIDADE TECNOLÓGICA E POPULARIZAÇÃO DOS CONHECIMENTOS DOS LIMITES DE IMPLANTAÇÃO
Introdução
1 Sustentabilidade tecnológica
2 Sustentabilidade tecnológica e dignidade da pessoa humana
3 A inteligência artificial e o Poder Judiciário
Considerações finais
Referências
CAPÍTULO 10
Felipe Sarmento
O PAPEL DA ADVOCACIA E DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL E OS DESAFIOS DA JUSTIÇA
Referências
CAPÍTULO 11
Felipe Sarmento
Luiz Cláudio Allemand
A ARBITRAGEM TRIBUTÁRIA E A IMPORTÂNCIA DA ARBITRAGEM NA GOVERNANÇA COORPORATIVA – PROPOSTAS E PERSPECTIVAS
Introdução
1 Histórico da arbitragem
2 A arbitragem e a tributação
3 Arbitragem e governança corporativa
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 12
Fernanda Marinela
REFLEXÕES SOBRE O INSTITUTO DA PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE NA LEI DE IMPROBIDADE: ASPECTOS DA (IR)RETROATIVIDADE EM FACE DO DIREITO ADMINISTRATIVO SANCIONADOR
CONSIDERAÇÕES INICIAIS SOBRE O INSTITUTO DA PRESCRIÇÃO NO DIREITO ADMINISTRATIVO
1 A prescrição intercorrente nas ações de improbidade administrativa a retroatividade em face do direito administrativo sancionador
Reflexões finais
Referências
CAPÍTULO 13
Humberto Martins
O SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E SUA IMPORTÂNCIA PARA A CONSOLIDAÇÃO DO ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO
Introdução: um órgão judicial nacional para a federação
1 A criação do STJ e suas raízes históricas e dogmáticas
2 A renovação constante e a Emenda Constitucional n. 45/200
Conclusão: a Proposta de Emenda Constitucional
Referências
CAPÍTULO 14
Jorge Mussi
PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E A JURISPRUDÊNCIA DO STJ: A TÉCNICA DO DEPOIMENTO ESPECIAL NA BUSCA DA VERDADE REAL
1 Histórico e evolução do depoimento especial no Brasil
2 Bases de justificação e finalidade
3 Impacto prático
4 Procedimento
5 O depoimento sem dano na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça
Considerações finais
Referências
CAPÍTULO 15
José Alberto Simonetti
A NOVA ERA DAS PRERROGATIVAS DA ADVOCACIA BRASILEIRA
Introdução
1 Prerrogativas da advocacia e acesso à justiça
2 Advocacia como atividade cidadã
3 A atuação do Tribunal da Cidadania na defesa das prerrogativas da advocacia
Considerações Finais
Referências bibliográficas
CAPÍTULO 16
José Antonio Dias Toffoli
LEOPOLDINA: A MULHER QUE DECRETOU A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
CAPÍTULO 17
Luiz Alberto Gurgel de Faria
Rodrigo Maia da Fonte
EXTINÇÃO DE PUNIBILIDADE PELO PAGAMENTO DO TRIBUTO: BREVES CONSIDERAÇÕES CRÍTICAS
Introdução
1 Extinção de punibilidade pelo pagamento do tributo
2 Proteção à ordem tributária
3 Apontamentos críticos
Considerações finais
Referências
CAPÍTULO 18
Luiz Antonio Colussi
Luciana Paula Conforti
BICENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL E DESAFIOS INSTITUCIONAIS E SOCIAIS DO PODER JUDICIÁRIO PARA A GARANTIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS E HUMANOS
Referências
CAPÍTULO 19
Luiz Edson Fachin
HORIZONTES DA DEMOCRACIA: REFLEXÕES SOBRE O PAPEL DA JUSTIÇA ELEITORAL NO MARCO DO BICENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
Introdução
1 Histórico da Justiça Eleitoral e a democracia no Brasil
2 Palavras finais: a Justiça Eleitoral e os horizontes democráticos no Brasil
Referências
CAPÍTULO 20
Luis Felipe Salomão
AS FUNÇÕES E OS DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
Introdução
1 As funções e competências do Superior Tribunal de Justiça
2 Precedentes relevantes
3 Novos horizontes com a questão da relevância para o recurso especial
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 21
Luiz Fux
Abhner Youssif Mota Arabi
CONSTITUIÇÃO, LIBERDADE E INOVAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES PARA A EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DA INDEPENDÊNCIA
Introdução
1 O Caso Uber: a inconstitucionalidade material da proibição dos aplicativos de transporte individual de passageiros
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 22
Marcio Luiz Coelho de Freitas
Jadson Santana de Sousa
JUDICIÁRIO, ACESSO À JUSTIÇA E NOVAS TECNOLOGIAS: ENTRE POTENCIALIDADES E RISCOS
Referências
CAPÍTULO 23
Marco Aurélio Gastaldi Buzzi
Luiz Felipe Siegert Schuch
ACESSO À JUSTIÇA E GESTÃO PROCESSUAL EFICIENTE: DESAFIOS DA CORTE DA CIDADANIA EM UMA ALDEIA GLOBAL E TRANSNACIONAL
Introdução
1 Acesso à justiça: breves delimitações conceituais
2 Gestão processual eficiente: desafios do sistema judicial e da corte da cidadania
Considerações finais
Referências
CAPÍTULO 24
Marcus Vinicius Furtado Coêlho
A ADVOCACIA E O ACESSO À JUSTIÇA PARA ALÉM DOS PROCESSOS JUDICIAIS
Introdução
1 O acesso à justiça, o sistema multiportas e a advocacia
2 Aspectos jurídicos, vantagens e desvantagens da arbitragem
3 Mediação, conciliação e fraternidade
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 25
Mário Goulart Maia
A FALTA DE JUSTA CAUSA NA AÇÃO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA ACARRETA A REJEIÇÃO LIMINAR DA PETIÇÃO INICIAL PRIMAZIA DA GARANTIA CONSTITUCIONAL DE PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA
Referências
CAPÍTULO 26
Otavio Luiz Rodrigues Jr.
ARBITRAGEM NO BRASIL: EVOLUÇÃO HISTÓRICA E PERSPECTIVAS COMPARADAS (BRASIL, INGLATERRA, ITÁLIA E FRANÇA)
Introdução
1 Alguns elementos da evolução histórica da arbitragem no Brasil
1.1 Panorama da arbitragem no século XIX
1.2 Panorama da arbitragem no século XX
1.3 A Lei de Arbitragem e seu impacto sobre o instituto
2 Breve notícia sobre a arbitragem em três experiências estrangeiras (Inglaterra, Itália e França)
2.1 Introdução
2.2 Panorama do Direito inglês
2.3 Panorama do Direito italiano
2.4 Panorama do Direito francês
Conclusões
Referências
CAPÍTULO 27
Paulo Dias de Moura Ribeiro
AGREGAÇÃO E DESAGREGAÇÃO REGIONAIS: O FEDERALISMO BRASILEIRO
Introdução
1 Posição jurídica
2 Rumos do federalismo
3 A origem da federação americana
4 Jurisprudência selecionada sobre federalismo (STF E STJ)
Conclusões
Bibliografia
CAPÍTULO 28
Reynaldo Soares da Fonseca
Arthur Pinheiro Chaves
JURISPRUDÊNCIA INTERAMERICANA – DIÁLOGOS JURISDICIONAIS
Introdução
1 Do Contexto latino-americano: violência, desigualdade e centralismo do poder político
2 Impacto transformador do Sistema Interamericano no contexto latino-americano
3 Violações que refletem o legado do regime autoritário ditatorial
4 Violações que refletem questões da justiça de transição (transitional justice)
5 Violações que refletem desafios acerca do fortalecimento de instituições e da consolidação do Estado de Direito (rule of law)
6 Violações de direitos de grupos vulneráveis
7 Violações a direitos sociais
8 Violações a novos direitos da agenda contemporânea
9 Do crescimento da importância do Sistema interamericano mediante a efetividade do diálogo jurisdicional e crescente legitimação social
10 Apontamentos sobre o Precedente RHC n. 136.961/RJ
Conclusão: O Sistema Interamericano e a composição de um constitucionalismo regional transformador: potencialidades e desafios
Referências
CAPÍTULO 29
Ricardo Villas Bôas Cueva
CONTROLE DO ATIVISMO JUDICIAL POR MEIO DE LIMITES À DISCRICIONARIEDADE JUDICIAL?
Introdução
1 O novo papel dos juízes
2 Respostas brasileiras
Considerações finais
Referências bibliográficas
CAPÍTULO 30
Roberto Rosas
STJ – TRIBUNAL DE PRECEDENTES
CAPÍTULO 31
Rogerio Schietti Cruz
A REPRESSÃO PENAL NO BRASIL: CÓDIGO DE 1830 AOS DIAS ATUAIS
Considerações iniciais
1 O ocaso do modelo punitivo das ordenações
2 Código de 1830 e o estado policialesco
3 Código penal de 1890
4 Breve análise comparativa entre os Códigos de 1830 e 1890
5 Código de 1940 e sua principal reforma
Considerações finais
Referências
CAPÍTULO 32
Renata Gil de Alcantara Videira
ENTRE 1824 E 1988: OS DESAFIOS E A EVOLUÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO EM TERMOS DE INDEPENDÊNCIA
Introdução
1 Independência do poder judiciário no período do primeiro reinado em contraste com o período da redemocratização de 1988
2 A utilização inadequada de emendas à constituição como forma de disciplinar matérias de iniciativa privativa do poder judiciário
Conclusão
Referências
| ISBN | 978-65-5959-317-0 |
| Dimensões | 23 x 17 x 4 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 438 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | Julho/2021 |


Juiz auxiliar no Supremo Tribunal Federal. Juiz no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Doutorando em Direito do Estado (subárea: Direito Constitucional) na Universidade de São Paulo (USP), mestre em “Direito, Estado e Constituição” pela Universidade de Brasília (UnB).
Professor Associado de Teoria Social e do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília, Pesquisador Associado no Centro de Políticas, Direito, Economia e Tecnologias das Comunicação da mesma universidade, bem como do Centro de Estudos em Direito da União Europeia da Universidade do Minho.
Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Presidente da Associação Brasil-Estados Unidos de Direito, da Comissão Mundial de Direito Ambiental, e do FONAMA – Fórum Nacional de Magistrados e Ambiente, além de secretário-geral do Conselho Consultivo Internacional do PNUMA para a Justiça Ambiental. Professor visitante da Faculdade de Direito da Universidade do Texas em Austin desde 1994. Formou-se na Universidade Federal do Rio de Janeiro, fez mestrado na Universidade de Illinois e doutorado na Universidade do Rio Grande do Sul. É fundador e editor-chefe emérito das Revistas de Direito do Consumidor e de Direito Ambiental. Foi um dos redatores de importantes leis brasileiras, incluindo o Código de Defesa do Consumidor de 1990, a Lei da Improbidade de 1992, a Lei da Concorrência de 1994, a Lei dos Crimes contra o Meio Ambiente de 1998, o Código Florestal de 2012, a Lei das Concessões Florestais de 2006 e a Lei da Mata Atlântica de 2006.
Juiz Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, em auxílio no Superior Tribunal de Justiça. Doutor em Direito Público pela Universidade de Pavia – Itália e e pós-graduado pela Fundação Escola do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.
Ministro do Superior Tribunal de Justiça. Bacharel em Direito pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com Especialização em Direito Processual Civil pela Universidade de Brasília e Mestre em Direito pela Universidade Estácio de Sá. Foi Juiz Federal e desembargador no Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
Mestre em Direito pela Universidade de Marília (UNIMAR), além de professor em cursos de pós-graduação e autor de livros jurídicos. Especialista em Direito Público, Pós-graduado em Direito Processual. Graduado pelo Centro Universitário Eurípides de Marília. Civil. Procurador Federal desde 2008. Já foi Procurador Seccional Federal em Marília (SP) e Procurador Regional Federal junto ao INSS nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (PFE/INSS). Ocupou o cargo de assessor especial da Casa Civil da Presidência da República, ocasião em que atuou diretamente na formulação da proposta de Reforma da Previdência. Em janeiro de 2019, foi nomeado para o cargo de secretário especial adjunto de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, assumindo o cargo mais alto da Secretaria em fevereiro de 2020. Em julho de 2021, com a recriação do Ministério do Trabalho e Previdência, foi nomeado secretário-executivo da pasta. Desde agosto de 2021 lidera a Advocacia-Geral da União (AGU).
Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Pós-Doutor (UERJ), Doutor e Mestre (PUC-SP) em Direito. Visiting Researcher Fellow na Cardozo School of, no Max Planck Institute for Regulatory Procedural Law e na Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Professor Adjunto da Graduação, Mestrado e Doutorado da UERJ. Membro da comissão de juristas que elaborou o anteprojeto do Código de Processo Civil de 2015.
Mestre em Direito Tributário e Desenvolvimento Econômico pelo Instituto de Direito Público de Brasília (IDP). Pós-graduado “Lato Senso” em Direito Tributário e Finanças Públicas pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Professor de Direito Constitucional, Direito Tributário e Direito Processual Civil. Professor nas Pós-Graduações de Direito Tributário do Instituto de Direito Público de Brasília (IDP) e da Faculdade Presbiteriana Mackenzie – Rio. Procurador da Fazenda Nacional desde 2000. Na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional liderou a Coordenador-Geral de Representação Judicial da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a Procurador-Geral Adjunto de Consultoria e Contencioso Tributário, além de ter ocupado o posto de Procurador-Geral Substituto. Desde 2004 atua intensamente na defesa da Fazenda Nacional perante o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal. Atualmente é Assessor Especial do Ministro Advogado-Geral da União (AGU). Integrante da Comissão de Advocacia nos Tribunais Superiores da Ordem dos Advogados do Brasil. Autor da obra “Jurisdição Constitucional e a eficácia temporal da coisa julgada nas relações jurídico-tributárias de trato continuado”, pela Editora Fórum e Coordenador das obras “Teori na Prática. Uma biografia intelectual” pela Editora Fórum, “Constituição e Código Tributário Comentados sob a ótica da Fazenda Nacional”, “Novo Código de Processo Civil comentado na prática da Fazenda Nacional” e “Comentários sobre transação tributária”, todos publicados pela Editora Thomson Reuters Revista dos Tribunais.
Juiz titular da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, juiz auxiliar do CNJ (2018/2020); juiz auxiliar da Presidência do STJ (2020/2021); Conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP (2021/2023); membro da comissão de juristas que elaborou a reforma da lei de falências e recuperação de empresas (Lei 14.112/20); membro do Grupo de Trabalho do CNJ em falências e recuperações empresariais; graduado em direito pela USP; mestre pela Fadisp; doutor pela PUC/SP; mestre em direito comparado pela Samford University/EUA; estágio pós-doutoral na Universidade de Paris 1 – Panthéon/Sorbonne; Professor do Departamento de Direito Comercial da PUC/SP; Professor Titular do mestrado e doutorado da Uninove/SP; autor de diversos livros e artigos publicados no Brasil e no exterior.
Juiz Federal da 25 ª Vara Federal do Rio de Janeiro (Previdenciária e Propriedade Intelectual) – Presidente da AJUFE no biênio 2020/2022.
Ministro desde 30 de dezembro de 2002 e Presidente do Tribunal Superior do Trabalho e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho para o biênio 2022-2024. Foi Advogado, por mais de 20 anos, Conselheiro Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Vice-Diretor e Professor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho – ENAMAT na gestão de 2015-2016, Vice-Presidente do TST e do CSJT no biênio 2016-2018, Corregedor Nacional de Justiça Substituto durante o mandato como Conselheiro do Conselho Nacional de Justiça no biênio 2019-2021.
Doutoranda em Direito Civil pela Universidade Federal de Buenos Aires - UBA. Mestrado em Mediação - Institut Universitaire Kurt Bösch (2011). Ministra do Superior Tribunal de Justiça, Corregedora Nacional de Justiça (2014-2016), Ministra do Tribunal Superior Eleitoral e Corregedora Geral da Justiça Eleitoral (2010-2013).
Advogado em Brasília/DF, Maceió/AL, Recife/PE e São Paulo/SP, Conselheiro Federal da OAB, Presidente do Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados, Coordenador Nacional de Comissões do CFOAB e Membro do Conselho Superior de Assuntos Jurídicos da Fiesp/SP – CONJUR.
Advogada. Professora de Direito Administrativo. Autoras de diversas obras jurídicas. Ex-conselheira do CNMP e do Conselho Federal a OAB.
Ministro-Presidente do Superior Tribunal de Justiça e do Conselho da Justiça Federal (2020-2022).
Secretário-Geral do STJ. Procurador Federal. Foi Procurador-Geral do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação. Especialista em direito das telecomunicações.
Assessor de Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Mestrando em Direito Público pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Graduado em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Ministro Vice-Presidente do Superior Tribunal de Justiça.
Advogado e Presidente Nacional da OAB.
Ministro do Supremo Tribunal Federal. Ex-Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (2018-2020). Ex-Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (2013-2015).
Juíza do Trabalho Titular do TRT6 (PE), Vice-Presidente da ANAMATRA e Presidente da Comissão ANAMATRA Mulheres, Doutora em Direito, Estado e Constituição pela UnB, integrante do Grupo de Pesquisa Trabalho, Constituição e Cidadania (UnB/CNPq) e Membro da Academia Pernambucana de Direito do Trabalho (APDT), Professora.
Ministro do Superior Tribunal de Justiça.
Doutor e Mestre em Direito Público pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Professor de Direito Tributário na UFRN, atualmente em colaboração com a Universidade de Brasília (UnB), e no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Professor do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) da Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Membro da Academia Norte-riograndense de Letras (ANRL), da Academia de Letras Jurídicas do Rio Grande do Norte (ALEJURN) e do Instituto Potiguar de Direito Tributário (IPDT). Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Presidente da ANAMATRA, Juiz do Trabalho Titular do TRT4 (RS), Mestre em Direito Público pelo Minster Usinos/UPF, Membro da Academia Sul-Riograndense de Direito do Trabalho (ASRDT), Professor.
Advogado em Vitória/ES e Brasília/DF, Mestre em Direito pela UCAM/RJ, LL.M. pela Universidade Steinbeis/Berlim, Diretor Jurídico da Fiesp/SP, representante da Presidência do Conselho Federal da OAB no Conselho da Justiça Federal - CJF e Presidente da Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo/ES.
Ministro do Supremo Tribunal Federal e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral.
Desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Doutorando em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí-SC. Doutorando em Águas e Sustentabilidade pela Universidade de Alicante - Espanha. Mestre em Ciência Jurídica. Professor licenciado da Escola Superior da Magistratura de Santa Catarina. Professor da Academia Judicial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.
Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça. Ex-Presidente do Tribunal Superior Eleitoral. Professor Livre-Docente em Processo Civil da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Doutor em Direito Processual Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas. Membro da Academia Brasileira de Filosofia.
Conselheiro do CNJ. Juiz Federal titular da 9ª Vara do DF. Doutor em Direito e Estado pela UnB e mestre em Direito Ambiental pela UEA. Foi Secretário-Geral do CJF, juiz auxiliar da presidência e instrutor no STJ e juiz auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça.
Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Mestre em Ciência Jurídica pela Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI/SC (Brasil), Mestrando em Sistemas Alternativos de Resolução de Conflitos pela Universidade Nacional de Lomas de Zamora – UNLZ (Buenos Aires, Argentina) e Especialista (Pós-Graduação) em Direito do Consumo pela Universidade de Coimbra (Portugal).
Advogado, doutor em Direito Processual pela Universidade de Salamanca – Espanha, Ex-Presidente da OAB Nacional, Presidente da Comissão Constitucional da OAB.
Conselheiro do CNJ.
Advogado da União. Conselheiro Nacional do Ministério Público, como representante da Câmara dos Deputados (2019-2021 e 2021-2023). Professor Associado da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco – Universidade de São Paulo. Coordenador da Área do Direito e membro do Conselho Superior da CAPES.
Ministro do Superior Tribunal de Justiça. Pós-Doutor em Direito pela Universidade de Lisboa. Doutor em Direito Civil pela PUC/SP. Mestre em Direito Civil pela PUC/ SP.
Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e Juíza Titular da 40ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.
Ministro do Superior Tribunal de Justiça. Professor da Universidade Federal do Maranhão, em exercício na Universidade de Brasília. Mestre em Direito Público pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Doutor em Direito Constitucional pela Faculdade Autônoma de São Paulo, com pesquisa realizada na Universidade de Siena - Itália. Pós-Doutor em Direitos Humanos pela Universidade de Coimbra – Portugal.
Ministro do Superior Tribunal de Justiça, é mestre e doutor em Direito pela Universidade Harvard e pela Universidade de Frankfurt am Main, respectivamente.
Professor Titular (aposentado) da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília, ex-Ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Doutor em Direito pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil (atual Universidade Federal do Rio de Janeiro) e membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas.
Mestrando do Mestrado Profissional em Direito do PPGPD da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados – Enfam. Graduado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Juiz Federal do TRF da 5ª Região.
Doutor e Mestre em Direito Processual pela Universidade de São Paulo. Ministro do Superior Tribunal de Justiça. Professor. E-mail: [email protected]
Doutorando na Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, Escola do Porto. Mestre em Direito da União Europeia pela Universidade do Minho. Référendaire no Tribunal Constitucional português.
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