Longe de ser apenas um debate teórico, este livro aborda as engrenagens mais complexas e urgentes das entidades fechadas de previdência complementar (EPFC), em temas como: gestão de riscos, má administração e arcabouço regulatório, recomposição da reserva matemática, confidencialidade em processos arbitrais, adesão automática de servidores federais, migração de planos de benefício definido contribuição definida ou variável, sistemas de saúde, isenção de imposto de renda, governança e transparência. É fruto de quase duas décadas de atuação prática da ANBERR, reunindo 10 artigos produzidos por sua assessoria interdisciplinar. Esta obra consolida-se como uma ferramenta indispensável para participantes, gestores e acadêmicos que buscam clareza sobre o futuro da previdência complementar, sob a perspectiva de uma visão estratégica voltada à proteção do patrimônio das entidades e à salvaguarda dos direitos dos participantes e beneficiários.
Longe de ser apenas um debate teórico, este livro aborda as engrenagens mais complexas e urgentes das entidades fechadas de previdência complementar (EPFC), em temas como: gestão de riscos, má administração e arcabouço regulatório, recomposição da reserva matemática, confidencialidade em processos arbitrais, adesão automática de servidores federais, migração de planos de benefício definido contribuição definida ou variável, sistemas de saúde, isenção de imposto de renda, governança e transparência. É fruto de quase duas décadas de atuação prática da ANBERR, reunindo 10 artigos produzidos por sua assessoria interdisciplinar. Esta obra consolida-se como uma ferramenta indispensável para participantes, gestores e acadêmicos que buscam clareza sobre o futuro da previdência complementar, sob a perspectiva de uma visão estratégica voltada à proteção do patrimônio das entidades e à salvaguarda dos direitos dos participantes e beneficiários.
Organizadoras
Sobre os Autores
Prefácio
Introdução
CAPÍTULO 1
André Pedreira Ibañez
A ISENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS
PORTADORES DE DETERMINADAS DOENÇAS.23
Introdução
1 A isenção tributária
2 A isenção de imposto de renda a portadores de determinadas
doenças
2.1 Rendimentos Abrangidos
2.2 A Prova da Moléstia
2.3 Desnecessidade de Sintomas Atuais
2.4 Termo Inicial da Isenção
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 2
Beatriz Veríssimo de Sena
A CONFIANÇA NO SISTEMA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR E OS
DESINCENTIVOS ESTATAIS À MÁ ADMINISTRAÇÃO DAS ENTIDADES
Introdução
1 Intervenção do Estado brasileiro no sistema de previdência
complementar
2 Causas do descumprimento das leis que regulam a administração
das entidades de previdência complementar
3 Crise de confiança no sistema brasileiro de previdência
complementar
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 3
Carlos Henrique Radanovitsck
Edson Jair Pereira
RECOMPOSIÇÃO DA RESERVA MATEMÁTICA EM ENTIDADES FECHADAS DE
PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR: ABORDAGEM ATUARIAL
Introdução
1 Reserva matemática e os Temas Repetitivos 955 e 1021, do STJ
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 4
Francisco Loyola de Souza
INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E OS PRAZOS PRESCRICIONAIS
DECORRENTES DA EDIÇÃO DO TEMA 20 DO TST
Introdução
1 A competência bipartida e a autonomia constitucional do regime
previdenciário – Temas 190 e 1.166 do STF
2 A solução indenizatória para o trabalhador decorente dos Temas
955 e 1.021 do STJ
3 A natureza jurídica trabalhista da indenização por danos
materiais
4 A prescrição trabalhista e a conquista histórica decorrente do
Tema 20 do TST
5 A primeira regra da modulação dos efeitos da decisão
6 As demais regras da modulação de efeitos e o marco inicial da
contagem do prazo prescricional
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 5
Joyce Dias
ARBITRAGEM ENVOLVENDO FUNDOS DE PENSÃO DE ESTATAIS:
CONFIDENCIALIDADE E DEVER DE TRANSPARÊNCIA
Introdução
1 Arbitragem envolvendo a Administração Pública Indireta: empresas
públicas e sociedades de economia mista como patrocinadoras e
PREVIC como autarquia fiscalizadora
2 Arbitragem envolvendo fundos de pensão de estatais - EFPC
2.1 Princípio Constitucional da Publicidade
2.2 Dever constitucional de transparência das EFPC
2.3 Estudo de Casos
2.3.1 FIP GEP
2.3.2 FIP OAS
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 6
Leandro Madureira Silva
ASPECTOS JURÍDICOS DA ADESÃO AUTOMATIZADA AO SISTEMA FECHADO DE
PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR
Introdução
1 Do sistema previdenciário brasileiro
2 Das reformas previdenciárias para os servidores públicos
3 Do regime de Previdência Complementar dos servidores públicos
4 Da inconstitucionalidade da adesão automática
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 7
Marco Antônio dos Santos Martins
Eduardo Schmitt Martins
GESTÃO DE RISCO NAS ENTIDADES FECHADAS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR
– EFPC
Introdução
1 Entidades fechadas de previdência complementar
2 A difícil concorrência com a renda fixa
3 Gestão de investimentos
4 Modelos gestão de risco
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 8
Nathália Monici
SAÚDE E PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR EM REGIME DE AUTOGESTÃO: Os
desafios do envelhecimento e da sustentabilidade atuarial no
âmbito da Caixa Econômica Federal
Introdução
1 Do programa de assistência médica supletiva da Caixa Econômica
Federal
2 Dos desafios de custeio e da sustentabilidade atuarial do Saúde
Caixa
3 Da previdência complementar fechada no âmbito da Caixa Econômica
Federal
4 Dos avanços tecnológicos da medicina e da longevidade
5 Da necessidade de uma abordagem integrada entre saúde e
previdência
6 Da judicialização da assistência à saúde e da previdência
complementar como instrumento de tutela dos direitos históricos
dos trabalhadores
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 9
Rodrigo Leitão
A REDUÇÃO DO COMPROMISSO ATUARIAL DAS PATROCINADORAS EM
DECORRÊNCIA DA MIGRAÇÃO EM PLANOS DE BENEFÍCIO DEFINIDO
DEFICITÁRIOS
Introdução
1 A previdência complementar fechada como proteção social
2 O plano de benefício definido e a busca por previsibilidade
3 Mudança na modalidade de plano representa mais segurança?
4 O interesse das patrocinadoras na migração
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 10
Vanessa Borges da Silva
Leticia Martins Medeiros
O Dilema da Governança e da Transparência em EFPC: análise da
divulgação eletrônica
Introdução
1 Referencial teórico
1.1 Entidades fechadas de previdência complementar
1.2 Governança corporativa, transparência da informação e
modernização
1.3 Resolução CNPC 32 /2019
2 Procedimentos metodológicos
3 Análise de dados
Conclusão
Referências
| ISBN | 978-65-5113-626-9 |
| Dimensões | x x |
| Tipo do Livro | E-book |
| Páginas | 193 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | junho/2026 |
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Advogada inscrita na OAB desde 2000, sócia do escritório de mesmo nome, com sede em Brasília e fundado em 2018. Bacharel em Direito pela Universidade de Brasília (UnB) com três títulos de pós-graduação: Direito do Trabalho pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET) e Direito Administrativo pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). É mestre em Direito e Estado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Foi Conselheira Titular da Terceira Seção do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) no triênio 2008-2011. Atualmente é doutoranda em Direito pela Universidade Nova de Lisboa, tendo realizado parte dos estudos na University College Dublin (UCD) no âmbito do programa Erasmus, patrocinado pela União Europeia.
Mestre em Direito Internacional pela Universidade de Cambridge (Shell Centenary Scholar). Bacharel em direito holandês pela Universidade de Amsterdã e em direito brasileiro pelo IESB. Advogada no Brasil, em Portugal e na Holanda. Sócia-fundadora do escritório Joyce Dias Advocacia. Atuou como associada no grupo de arbitragem internacional do escritório Freshfields Bruckhaus Deringer em Paris e Amsterdã. Atuou como law clerk na Promotoria do Tribunal Penal Internacional (TPI) na Haia e no Instituto de Direitos Humanos da International Bar Association em Londres.
Contadora. Mestre e Doutora em Ciências Contábeis. Professora da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS. Sócia da Select Consultoria em Governança Corporativa e Sustentabilidade. Conselheira Fiscal. Conselheira do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRC/RS). Membro da Comissão de Governança e Compliance do CRCRS. Coordenadora do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) em 2009-2010. Coordenadora do Grupo de Pesquisa em Governança Corporativa, Auditoria e Compliance – CNPq.