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Olhares de Antígona - Volume 2

R$ 125,00
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O convite para essa tarefa afetiva e singular de fazer a apresentação da obra deu-me o privilégio de poder, a um só tempo, ler o todo, mas também ir passeando por textos potentes e profundos, que poderiam ser denominados, por si só, de “obra”. O fato é que a junção de todos eles em um mesmo caderno dará a quem se lançar a leitura a possibilidade de conhecer mulheres que, não apenas refletem sobre um novo modo de vida e de se estar no sistema de justiça, mas, especialmente, de transformar a justiça, alinhada com a personagem Antígona, rompendo com estruturas de poder cristalizadas, sectárias e excludentes. Aqui está a segunda obra do Coletivo Antígona, que reúne a escrita de mulheres que compõem o sistema de justiça e a academia. A vocação do Coletivo e sua proposta acolhedora, plural e horizontal faz com que aqui estejam mulheres para além das Magistradas do Tribunal de Justiça do Paraná, compondo uma constelação de olhares, de sentires, de viveres e de escritas singulares

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Autores: Apoema Carmem Ferreira Vieira Domingos Martins Santos , Carolina Fontes Vieira , Maria De Lourdes Araújo

O convite para essa tarefa afetiva e singular de fazer a apresentação da obra deu-me o privilégio de poder, a um só tempo, ler o todo, mas também ir passeando por textos potentes e profundos, que poderiam ser denominados, por si só, de “obra”. O fato é que a junção de todos eles em um mesmo caderno dará a quem se lançar a leitura a possibilidade de conhecer mulheres que, não apenas refletem sobre um novo modo de vida e de se estar no sistema de justiça, mas, especialmente, de transformar a justiça, alinhada com a personagem Antígona, rompendo com estruturas de poder cristalizadas, sectárias e excludentes. Aqui está a segunda obra do Coletivo Antígona, que reúne a escrita de mulheres que compõem o sistema de justiça e a academia. A vocação do Coletivo e sua proposta acolhedora, plural e horizontal faz com que aqui estejam mulheres para além das Magistradas do Tribunal de Justiça do Paraná, compondo uma constelação de olhares, de sentires, de viveres e de escritas singulares

ORGANIZADORAS

SOBRE AS AUTORAS

APRESENTAÇÃO

PREFÁCIO


Relatos de experiência


CAPÍTULO 1

Camila Henning Salmoria

Bárbara Livio

Celina Ribeiro Coelho da Silva

CITE UMA MULHER: POLÍTICA INSTITUCIONAL PARA A PROMOÇÃO DA VISIBILIDADE FEMININA NO JUDICIÁRIO

Introdução

1 Justificativa do movimento: diagnóstico de invisibilidade

1.1 A ausência de mulheres nas citações jurídicas: um dado revelador

1.2 Barreiras históricas, culturais e institucionais à produção intelectual das mulheres

2 Criação e Consolidação do Cite uma Mulher

3 Ações semelhantes no contexto internacional

4 Resgate do movimento: a oficina e os enunciados

4.1 Enunciados aprovados

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 2

Carmen Lúcia Rodrigues Ramajo

ROMPENDO O SILÊNCIO: DESCONSTRUINDO A INVISIBILIDADE FEMININA NAS RELAÇÕES FAMILIARES

Introdução

1 A trama do silêncio e da desigualdade

2 A discriminação implícita nas relações familiares

3 Juíza, mulher e a angústia da convivência com o sistema

4 A perspectiva de gênero na tarefa jurisdicional

O final da história

Referências


CAPÍTULO 3

Érika Fiori Bonatto Müller

EMOÇÕES DA MAGISTRATURA: O IMPACTO DE UMA ADOÇÃO NA VIDA DE UMA JUÍZA RECÉM-EMPOSSADA


CAPÍTULO 4

Carline Regina de Negreiros Cabral Nunes

Larissa Noronha Antunes

Maria de Lourdes Araújo

UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE SANTANA: A COMARCA MAIS FEMININA DO AMAPÁ E O FORTALECIMENTO DAS ALIANÇAS INTERNAS POR INTERMÉDIO DAS PRÁTICAS RESTAURATIVAS

Introdução

1 As bases teóricas que inspiram e os fundamentos normativos das práticas restaurativas no Brasil

2 O perfil da magistratura e da magistrada brasileira

3 Aspectos geográficos e socioculturais da comarca de Santana

4 As práticas restaurativas desenvolvidas na comarca de Santana

4.1 Traçando um diagnóstico sobre a percepção interna das práticas restaurativas na comarca de Santana

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 5

Anaclea Valéria de Oliveira Schwanke

Maria de Lourdes Araújo

PROGRAMA DE PACIFICAÇÃO RESTAURATIVA DE PARANAVAÍ: UM CONVITE AO ENFRENTAMENTO EFICAZ DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA COM AS PRÁTICAS RESTAURATIVAS, SOB O ENFOQUE DA PSICOLOGIA ANALÍTICA

Introdução

1 A psicologia analítica e o ciclo transgeracional da violência doméstica

2 A justiça restaurativa e o enfrentamento das camadas invisíveis da violência

3 O município de Paranavaí em seus aspectos geográficos e socioculturais

4 O Programa de Pacificação – Paranavaí da paz como uma política pública para o tratamento de conflitos

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 6

Beatriz Sartori dos Santos

Larissa Santana da Costa

Natália Zeferino Castanheira

Stela Maris Perez Rodrigues

PRÁTICAS RESTAURATIVAS E QUESTÕES DE GÊNERO: PROJETO ENTRELAÇOS RUMO À EMANCIPAÇÃO FEMININA

Introdução

1 Violência de gênero

2 Práticas Restaurativas e a intersecção de gênero

3 O Projeto “Entrelaços”: implementação e objetivos

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 7

Priscila Andreoti Ferreira Lopes

Stephanie Mariane Freitas Piveta Azevedo

Stela Maris Perez Rodrigues

SAÚDE MENTAL NAS MULHERES LÍDERES E O IMPULSIONAMENTO FEMININO COMO PROGRAMA DE UMA POLÍTICA PÚBLICA DE APOIO E SUSTENTABILIDADE

Introdução

1 O trabalho e seus reflexos na saúde mental

2 Saúde mental e o impacto da ausência de políticas públicas como apoio

3 O impulsionamento feminino como programa público de apoio e sustentabilidade em Cianorte-PR

Conclusão

Referências


Pesquisas


CAPÍTULO 8

Aneíza Vanessa Costa do Nascimento

Bruna Greggio

Cíntia Graeff

A RESPONSABILIDADE CIVIL POR ABANDONO AFETIVO SOB A PERSPECTIVA JUDICIAL: ENTRE O DEVER DE CUIDAR E A DOR DA AUSÊNCIA

Introdução

1 Abandono afetivo e condutas caracterizadoras

2 Dano decorrente da ausência de cuidado

3 Nexo causal: desafios na demonstração do vínculo entre conduta e dano

4 A prova da dor silenciosa: standards probatórios

5 Casos do Tribunal de Justiça do Paraná

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 9

Stephanie Assis Pinto de Oliveira

MACHISMO 4.0

Introdução

1 O machismo na Era Digital: taxonomia dos movimentos antifeministas

1.1 Red Pills: a metáfora da “verdade” misógina

1.2 Traditional Wives: a cumplicidade feminina na perpetuação da opressão

1.3 Masculinismo: a retórica da vitimização masculina

1.4 Legendários: a performatividade da masculinidade hegemônica

2 Evidências empíricas e contextualização socioeconômica

3 A contradição fundamental: natureza versus construção social

4 A mercantilização da identidade de gênero

5 A prateleira do amor: mercantilização feminina amplificada pelo digital

6 Consequências multidimensionais

Conclusão: Por uma resposta multissetorial

Referências


CAPÍTULO 10

Laryssa Angélica Copack Muniz

Patrícia Roque Carbonieri

Stela Maris Perez Rodrigues

ANTÍGONA E SUA TRAGÉDIA: FILOSOFIA, ESPIRITUALIDADE E PSICOLOGIA

Introdução

1 Os valores de Antígona

2 A espiritualidade de Antígona

3 O ritual fúnebre e sua função na psique

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 11

Liliane Graciele Breitwisser Monteiro

DESAFIOS NA ATUAÇÃO JUDICIAL DIANTE DA INFORMATIZAÇÃO DA JUSTIÇA: BREVES NOTAS SOBRE A VIRAGEM À JUSTIÇA ALGORÍTMICA

Introdução

1 A atividade fim do Poder Judiciário: da aplicação da lei à consecução da Justiça

2 Desafios da “informatização da justiça” à luz da promoção dos direitos fundamentais e da pluralidade de sujeitos de direitos presentes nas sociedades contemporâneas

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 12

Camila Henning Salmoria

Mirella Cezar Freitas

JUSTIÇA RESTAURATIVA NA EXECUÇÃO PENAL: POTENCIAIS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E OS DESAFIOS DA INOVAÇÃO HUMANIZADA

Introdução

1 Magistratura no papel restaurativo: entre a fiscalização e a facilitação

2 O primeiro desafio: superar a resistência à IA em campos de alta complexidade humana

3 O segundo desafio: o risco do De-Futuring na inovação tecnológica judicial

4 A Inteligência Artificial como ferramenta de apoio à cultura restaurativa

5 IA e avaliação de impacto: produzindo dados para sustentação da política pública

6 IA para identificação de casos com potencial restaurativo

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 13

Alessandra Brustolin

Apoema Carmem Ferreira Vieira Domingos Martins Santos

COLONIALIDADE E CONSERVADORISMO: ANÁLISE BIOÉTICA DOS DIREITOS REPRODUTIVOS NO CASO MANUELA VS. EL SALVADOR NA CORTE IDH

Introdução

1 O caso

2 Revisão da literatura

3 Resultados

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 14

Luciana Assad Luppi Ballalai

Thalia Caroline Engelsing

ENTRE O DIREITO E A VULNERABILIDADE: A ENTREGA VOLUNTÁRIA SOB A PERSPECTIVA MATERNA

Quem disse que ser mulher é ser mãe?

1 Entrega voluntária: o que diz a lei

2 A mulher no centro da decisão: autonomia, escuta e não julgamento

3 Boas práticas no atendimento à mulher que deseja realizar a entrega voluntária: enfrentando o estigma e promovendo a dignidade

4 O papel da rede de proteção: acolher, informar, proteger

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 15

Gabriela Luciano Borri Aranda

Ana Luiza Baniski

HERANÇA SILENCIADA: INVISIBILIZAÇÃO DE VOZES FEMININAS NA MAGISTRATURA, COLONIALISMO E SORORIDADE

Introdução

1 Invisibilização de gênero e raça na magistratura

2 Colonialismo, sororidade e interseccionalidade

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 16

Luciene Oliveira Vizzotto Zanetti

Gabriela Luciano Borri Aranda

INTERSECCIONALIDADE COMO FERRAMENTA ANALÍTICA NAS DECISÕES JUDICIAIS

Introdução

1 Desenvolvimento

1.1 Sociologia Contemporânea

1.2 Desafios neoliberais do feminismo de segunda onda

1.3 Contribuições do feminismo negro para a sociologia contemporânea

1.4 Interseccionalidade

1.5 Interseccionalidade como ferramenta analítica nas decisões judiciais

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 17

Natália Zeferino Castanheira

Stela Maris Perez Rodrigues

NARRATIVAS SILENCIADAS: A MULHER PRIVADA DE LIBERDADE E O OLHAR RESTAURATIVO

Introdução

1 Perfil e interseccionalidades do encarceramento feminino no Brasil

2 Violações de Direitos Humanos das pessoas em situação de prisão com foco de gênero

3 Práticas Restaurativas em contextos penais

4 Justiça Restaurativa: origens, conceito, fundamentos e processos circulares

5 Práticas restaurativas e círculos de construção de paz para mulheres privadas de liberdade

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 18

Camila Henning Salmoria

Patrícia Di Fuccio Lages de Lima

O QUE OS DADOS NÃO MOSTRAM: A INVISIBILIDADE DAS MULHERES

Introdução

1 Corpos invisíveis: quando o padrão é o homem

2 Dados médicos e vieses de gênero

3 Inteligência artificial e a perpetuação dos vieses

4 Perspectivas feministas para a produção de dados

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 19

Ana Cristina Cremonezi

Apoema Carmem Ferreira Vieira Domingos Martins Santos

A UTILIZAÇÃO DO PROCESSO ESTRUTURAL COMO FERRAMENTA PARA A EFETIVAÇÃO DE DIREITOS EM LITÍGIOS COMPLEXOS

Introdução

1 O processo estrutural no direito processual brasileiro

2 Aplicações relevantes do processo estrutural: uma releitura do procedimento e da efetividade jurisdicional

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 20

Liliane Graciele Breitwisser Monteiro

Luciene Oliveira Vizzotto Zanetti

A PARTICIPAÇÃO FEMININA COMO FORMA DE LEGITIMAÇÃO DEMOCRÁTICA DO PODER JUDICIÁRIO

Introdução

1 A falta de perspectiva de gênero na construção do Direito contemporâneo: o mito da neutralidade do Direito

2 Igualdade de gênero e o “direito à diferença” a partir da Constituição Federal de 1988

3 Participação feminina na composição do Poder Judiciário: uma janela de oportunidade para o pluralismo e a diversidade

4 Judiciário em movimento: a caminho da paridade de gênero e da justiça plena?

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 21

Michela Vechi Saviato

Ana Paula Barbosa dos Santos Araujo Nunes

EDUCAÇÃO DE GÊNERO NO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO: CONSTRUÇÃO DE UMA MAGISTRATURA INCLUSIVA

Introdução

1 Empoderamento feminino como Direito Humano Fundamental: desafio sistêmico

2 Para além da crise de representatividade: formação jurídica como dever de diligência

3 Realinhamento da educação jurídica como letramento para a igualdade substancial

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 22

Carmen Lúcia Rodrigues Ramajo

Fernanda Moreira Benvenuto Mesquita Simões

AS OFICINAS DE PARENTALIDADE COMO POLÍTICA PÚBLICA JUDICIAL: ENTRE O REFORÇO E A DESCONSTRUÇÃO DE ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO

Introdução

1 Estereótipos de gênero e parentalidade

2 Oficinas de parentalidade e o CNJ

3 Estudo de casos: vencendo os estereótipos de gênero

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 23

Amanda Pacheco Quadros

Deise Manoela dos Santos Cardoso

Vivian Cristiane Eisenberg de Almeida Sobreiro

VIOLÊNCIA PROCESSUAL DE GÊNERO E FEMINICÍDIO NO ÂMBITO DO DIREITO DAS FAMÍLIAS

Introdução

1 Breve exposição dos fatos

2 Violência processual de gênero e o uso do processo judicial como instrumento de perpetuação da violência contra a mulher

Conclusão

Referências


Ensaios


CAPÍTULO 24

Thais Macorin Carramaschi de Martin

“A BOA SORTE” E A JUSTIÇA RESTAURATIVA - DOR NÃO TRABALHADA É DOR TRANSFERIDA: UMA REFLEXÃO

Introdução

1 Justiça Restaurativa: uma pincelada

2 A Boa Sorte: o diálogo da Literatura com a Justiça Restaurativa

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 25

Ana Luyza Moreira Marchiori

Juliana Linhares Pereira

Stela Maris Perez Rodrigues

Thatyany Macedo Z. Pazinatto

Vithória de Paula Lucas

A LEGÍTIMA DEFESA DA HONRA NA LITERATURA E NO DIREITO: ENTRE A TRAGÉDIA FICCIONAL E A CAMUFLAGEM JURÍDICA

Introdução

1 As mulheres nas tragédias literárias: entre a culpabilização e o silenciamento

2 A transposição do discurso literário ao tribunal do júri

3 Constitucionalidade e Direitos Humanos: o limite da justificativa

4 A Justiça Restaurativa como oportunidade de a vítima contar sua versão da história

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 26

Heloísa da Silva Krol Milak

Brunna Rabelo Santiago

PARTILHAS DA MESA DE TEAR: QUANDO AS LINHAS LITERÁRIAS ENCONTRAM A SALA DE AULA

Referências


CAPÍTULO 27

Maria Clara Gouvêa Gerioni

Stela Maris Perez Rodrigues

A MULHER MODERNA: CANSAÇO, CULPA E SOLIDÃO

Introdução

1 A construção da culpa

1.1 Cultura do desempenho

2 A solidão da mulher moderna: conquista ou isolamento?

3 Impactos psicológicos e sociais

4 Alternativas para tais sentimentos e incentivo à transformação

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 28

Ana Luiza Baniski

Gabriela Luciano Borri Aranda

Luciene Oliveira Vizzotto Zanetti

ACESSO À JUSTIÇA PARA MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA: DESAFIOS, AVANÇOS E PERSPECTIVAS INTERSECCIONAIS

Introdução

1 Barreiras ao acesso à justiça: dimensões culturais, econômicas, psicológicas e institucionais

2 Perspectivas transformadoras: a articulação dos Poderes do Estado e o compromisso institucional

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 29

Claudia Catafesta

VIOLÊNCIA POLÍTICA DE GÊNERO: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA NA JURISDIÇÃO ELEITORAL EM 2024

Referências


CAPÍTULO 30

Carolina Fontes Vieira

REFLEXÕES SOBRE A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE CONCENTRADO

Introdução

1 Composição dos tribunais brasileiros: quadro real da participação feminina

2 A política nacional de incentivo à participação feminina no poder judiciário instituída pelo Conselho Nacional de Justiça

3 A representatividade feminina no órgão responsável pelo controle abstrato nas Cortes Constitucionais Estaduais

4 O julgamento da constitucionalidade da lei do “parto adequado”

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 31

Dirce do Nascimento Pereira

Heloisa da Silva Krol Milak

QUANDO O MITO ENCONTRA A HISTÓRIA: ANTÍGONA E EUNICE PAIVA AINDA ESTÃO AQUI!

Introdução

1 Antígona: o despertar da memória e da insurgência feminina

2 Entre ausências e resistências: a jornada singular de Eunice Paiva em “Ainda Estou Aqui”

3 Antígona e Eunice Paiva: narrativas que reconstroem os limiares da existência

3.1 Arquétipos que reverberam no tempo e no espaço: o gênero como força e transformação

3.2 A transversalidade da morte: da ausência à permanência na História

4 Legados de memória e resistência: Eunice Paiva, a herança inspirada por Antígona

Conclusão

Referências

ISBN 978-65-5113-406-7
Dimensões 23 x 15.5 x 1
Tipo do Livro Impresso
Páginas 487
Edição 1
Idioma Português
Editora Editora Thoth
Publicação 05/11/2025
  1. Apoema Carmem Ferreira Vieira Domingos Martins Santos[email protected]
    Juíza de Direito no Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR). Mestra em Ciência Jurídica pela Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP). Especialista em Direito Público e Direito Tributário. Formadora pela Escola Nacional da Magistratura (ENM) e tutora pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM). Qualificada pelo Workshop Theory and Tools of the Harvard Negotiation Project. Membra do Instituto Paranaense de Direito Processual (IPDP), das Comissões de Igualdade e Gênero e de Heteroidentificação do TJPR, e membra titular do Comitê Gestor Regional da Política Nacional de Atenção Prioritária ao Primeiro Grau de Jurisdição do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). Pesquisadora do Grupo de Pesquisa “Neoconstitucionalismo e Neoprocessualismo” da UENP. Autora de artigos científicos e capítulos de livros jurídicos. Integra o Grupo de Estudo GEDTRAB-NADH, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), bem como o Grupo de Estudos Antidiscriminatórios da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (EJUD5). É também integrante dos coletivos “Nós”, de juízas e juízes negros de todos os ramos da Justiça brasileira; “Antígonas”, de magistradas do TJPR; e “Paridade no Judiciário”, de magistradas em âmbito nacional.
  2. Carolina Fontes Vieira[email protected]
    Juíza de Direito, integrante da Comissão de Igualdade e Gênero do TJPR (2018/2023), Coordenadora de Direitos Humanos da Escola Judicial do Tribunal de Justiça do Paraná, Professora da Escola da Magistratura do Estado do Parará e da Pós-Graduação da PUC-PR, Pesquisadora do Grupo de Estudos da UFPR/EJUD, Pesquisadora do Grupo de Direito Processual Civil Comparado da UFPR, Tutora da Escola Judicial do Estado do Paraná, Professora do Curso de Formação inicial de Magistrados, Especialista em Direitos Humanos pelo Instituto Ius Gentium Conimbrigae, Mestre em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Coimbra, Doutoranda em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Contato: [email protected]. Lattes: 9688701242513086. ORCID: 0000-0002-9816-6732.
  3. Maria De Lourdes Araújo[email protected]
    Doutora cm direito e Mestra em ciências jurídicas pelo Centro Universitário de Maringá – UNICESUMAR, com pesquisa acerca do direito da mulher ao reconhecimento da equidade de gênero. Graduada em Direito pela Universidade Federal de Goiás.Especialista (pós-graduação) em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho (PUC-GO), Direito Tributário (PUC-GO), Direito Processual Civil (UFG-GO) e Direito das Mulheres (UNIDOMBOSCO).

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