O convite para essa tarefa afetiva e singular de fazer a apresentação da obra deu-me o privilégio de poder, a um só tempo, ler o todo, mas também ir passeando por textos potentes e profundos, que poderiam ser denominados, por si só, de “obra”. O fato é que a junção de todos eles em um mesmo caderno dará a quem se lançar a leitura a possibilidade de conhecer mulheres que, não apenas refletem sobre um novo modo de vida e de se estar no sistema de justiça, mas, especialmente, de transformar a justiça, alinhada com a personagem Antígona, rompendo com estruturas de poder cristalizadas, sectárias e excludentes. Aqui está a segunda obra do Coletivo Antígona, que reúne a escrita de mulheres que compõem o sistema de justiça e a academia. A vocação do Coletivo e sua proposta acolhedora, plural e horizontal faz com que aqui estejam mulheres para além das Magistradas do Tribunal de Justiça do Paraná, compondo uma constelação de olhares, de sentires, de viveres e de escritas singulares
O convite para essa tarefa afetiva e singular de fazer a apresentação da obra deu-me o privilégio de poder, a um só tempo, ler o todo, mas também ir passeando por textos potentes e profundos, que poderiam ser denominados, por si só, de “obra”. O fato é que a junção de todos eles em um mesmo caderno dará a quem se lançar a leitura a possibilidade de conhecer mulheres que, não apenas refletem sobre um novo modo de vida e de se estar no sistema de justiça, mas, especialmente, de transformar a justiça, alinhada com a personagem Antígona, rompendo com estruturas de poder cristalizadas, sectárias e excludentes. Aqui está a segunda obra do Coletivo Antígona, que reúne a escrita de mulheres que compõem o sistema de justiça e a academia. A vocação do Coletivo e sua proposta acolhedora, plural e horizontal faz com que aqui estejam mulheres para além das Magistradas do Tribunal de Justiça do Paraná, compondo uma constelação de olhares, de sentires, de viveres e de escritas singulares
ORGANIZADORAS
SOBRE AS AUTORAS
APRESENTAÇÃO
PREFÁCIO
Relatos de experiência
CAPÍTULO 1
Camila Henning Salmoria
Bárbara Livio
Celina Ribeiro Coelho da Silva
CITE UMA MULHER: POLÍTICA INSTITUCIONAL PARA A PROMOÇÃO DA VISIBILIDADE FEMININA NO JUDICIÁRIO
Introdução
1 Justificativa do movimento: diagnóstico de invisibilidade
1.1 A ausência de mulheres nas citações jurídicas: um dado revelador
1.2 Barreiras históricas, culturais e institucionais à produção intelectual das mulheres
2 Criação e Consolidação do Cite uma Mulher
3 Ações semelhantes no contexto internacional
4 Resgate do movimento: a oficina e os enunciados
4.1 Enunciados aprovados
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 2
Carmen Lúcia Rodrigues Ramajo
ROMPENDO O SILÊNCIO: DESCONSTRUINDO A INVISIBILIDADE FEMININA NAS RELAÇÕES FAMILIARES
Introdução
1 A trama do silêncio e da desigualdade
2 A discriminação implícita nas relações familiares
3 Juíza, mulher e a angústia da convivência com o sistema
4 A perspectiva de gênero na tarefa jurisdicional
O final da história
Referências
CAPÍTULO 3
Érika Fiori Bonatto Müller
EMOÇÕES DA MAGISTRATURA: O IMPACTO DE UMA ADOÇÃO NA VIDA DE UMA JUÍZA RECÉM-EMPOSSADA
CAPÍTULO 4
Carline Regina de Negreiros Cabral Nunes
Larissa Noronha Antunes
Maria de Lourdes Araújo
UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE SANTANA: A COMARCA MAIS FEMININA DO AMAPÁ E O FORTALECIMENTO DAS ALIANÇAS INTERNAS POR INTERMÉDIO DAS PRÁTICAS RESTAURATIVAS
Introdução
1 As bases teóricas que inspiram e os fundamentos normativos das práticas restaurativas no Brasil
2 O perfil da magistratura e da magistrada brasileira
3 Aspectos geográficos e socioculturais da comarca de Santana
4 As práticas restaurativas desenvolvidas na comarca de Santana
4.1 Traçando um diagnóstico sobre a percepção interna das práticas restaurativas na comarca de Santana
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 5
Anaclea Valéria de Oliveira Schwanke
Maria de Lourdes Araújo
PROGRAMA DE PACIFICAÇÃO RESTAURATIVA DE PARANAVAÍ: UM CONVITE AO ENFRENTAMENTO EFICAZ DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA COM AS PRÁTICAS RESTAURATIVAS, SOB O ENFOQUE DA PSICOLOGIA ANALÍTICA
Introdução
1 A psicologia analítica e o ciclo transgeracional da violência doméstica
2 A justiça restaurativa e o enfrentamento das camadas invisíveis da violência
3 O município de Paranavaí em seus aspectos geográficos e socioculturais
4 O Programa de Pacificação – Paranavaí da paz como uma política pública para o tratamento de conflitos
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 6
Beatriz Sartori dos Santos
Larissa Santana da Costa
Natália Zeferino Castanheira
Stela Maris Perez Rodrigues
PRÁTICAS RESTAURATIVAS E QUESTÕES DE GÊNERO: PROJETO ENTRELAÇOS RUMO À EMANCIPAÇÃO FEMININA
Introdução
1 Violência de gênero
2 Práticas Restaurativas e a intersecção de gênero
3 O Projeto “Entrelaços”: implementação e objetivos
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 7
Priscila Andreoti Ferreira Lopes
Stephanie Mariane Freitas Piveta Azevedo
Stela Maris Perez Rodrigues
SAÚDE MENTAL NAS MULHERES LÍDERES E O IMPULSIONAMENTO FEMININO COMO PROGRAMA DE UMA POLÍTICA PÚBLICA DE APOIO E SUSTENTABILIDADE
Introdução
1 O trabalho e seus reflexos na saúde mental
2 Saúde mental e o impacto da ausência de políticas públicas como apoio
3 O impulsionamento feminino como programa público de apoio e sustentabilidade em Cianorte-PR
Conclusão
Referências
Pesquisas
CAPÍTULO 8
Aneíza Vanessa Costa do Nascimento
Bruna Greggio
Cíntia Graeff
A RESPONSABILIDADE CIVIL POR ABANDONO AFETIVO SOB A PERSPECTIVA JUDICIAL: ENTRE O DEVER DE CUIDAR E A DOR DA AUSÊNCIA
Introdução
1 Abandono afetivo e condutas caracterizadoras
2 Dano decorrente da ausência de cuidado
3 Nexo causal: desafios na demonstração do vínculo entre conduta e dano
4 A prova da dor silenciosa: standards probatórios
5 Casos do Tribunal de Justiça do Paraná
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 9
Stephanie Assis Pinto de Oliveira
MACHISMO 4.0
Introdução
1 O machismo na Era Digital: taxonomia dos movimentos antifeministas
1.1 Red Pills: a metáfora da “verdade” misógina
1.2 Traditional Wives: a cumplicidade feminina na perpetuação da opressão
1.3 Masculinismo: a retórica da vitimização masculina
1.4 Legendários: a performatividade da masculinidade hegemônica
2 Evidências empíricas e contextualização socioeconômica
3 A contradição fundamental: natureza versus construção social
4 A mercantilização da identidade de gênero
5 A prateleira do amor: mercantilização feminina amplificada pelo digital
6 Consequências multidimensionais
Conclusão: Por uma resposta multissetorial
Referências
CAPÍTULO 10
Laryssa Angélica Copack Muniz
Patrícia Roque Carbonieri
Stela Maris Perez Rodrigues
ANTÍGONA E SUA TRAGÉDIA: FILOSOFIA, ESPIRITUALIDADE E PSICOLOGIA
Introdução
1 Os valores de Antígona
2 A espiritualidade de Antígona
3 O ritual fúnebre e sua função na psique
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 11
Liliane Graciele Breitwisser Monteiro
DESAFIOS NA ATUAÇÃO JUDICIAL DIANTE DA INFORMATIZAÇÃO DA JUSTIÇA: BREVES NOTAS SOBRE A VIRAGEM À JUSTIÇA ALGORÍTMICA
Introdução
1 A atividade fim do Poder Judiciário: da aplicação da lei à consecução da Justiça
2 Desafios da “informatização da justiça” à luz da promoção dos direitos fundamentais e da pluralidade de sujeitos de direitos presentes nas sociedades contemporâneas
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 12
Camila Henning Salmoria
Mirella Cezar Freitas
JUSTIÇA RESTAURATIVA NA EXECUÇÃO PENAL: POTENCIAIS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E OS DESAFIOS DA INOVAÇÃO HUMANIZADA
Introdução
1 Magistratura no papel restaurativo: entre a fiscalização e a facilitação
2 O primeiro desafio: superar a resistência à IA em campos de alta complexidade humana
3 O segundo desafio: o risco do De-Futuring na inovação tecnológica judicial
4 A Inteligência Artificial como ferramenta de apoio à cultura restaurativa
5 IA e avaliação de impacto: produzindo dados para sustentação da política pública
6 IA para identificação de casos com potencial restaurativo
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 13
Alessandra Brustolin
Apoema Carmem Ferreira Vieira Domingos Martins Santos
COLONIALIDADE E CONSERVADORISMO: ANÁLISE BIOÉTICA DOS DIREITOS REPRODUTIVOS NO CASO MANUELA VS. EL SALVADOR NA CORTE IDH
Introdução
1 O caso
2 Revisão da literatura
3 Resultados
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 14
Luciana Assad Luppi Ballalai
Thalia Caroline Engelsing
ENTRE O DIREITO E A VULNERABILIDADE: A ENTREGA VOLUNTÁRIA SOB A PERSPECTIVA MATERNA
Quem disse que ser mulher é ser mãe?
1 Entrega voluntária: o que diz a lei
2 A mulher no centro da decisão: autonomia, escuta e não julgamento
3 Boas práticas no atendimento à mulher que deseja realizar a entrega voluntária: enfrentando o estigma e promovendo a dignidade
4 O papel da rede de proteção: acolher, informar, proteger
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 15
Gabriela Luciano Borri Aranda
Ana Luiza Baniski
HERANÇA SILENCIADA: INVISIBILIZAÇÃO DE VOZES FEMININAS NA MAGISTRATURA, COLONIALISMO E SORORIDADE
Introdução
1 Invisibilização de gênero e raça na magistratura
2 Colonialismo, sororidade e interseccionalidade
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 16
Luciene Oliveira Vizzotto Zanetti
Gabriela Luciano Borri Aranda
INTERSECCIONALIDADE COMO FERRAMENTA ANALÍTICA NAS DECISÕES JUDICIAIS
Introdução
1 Desenvolvimento
1.1 Sociologia Contemporânea
1.2 Desafios neoliberais do feminismo de segunda onda
1.3 Contribuições do feminismo negro para a sociologia contemporânea
1.4 Interseccionalidade
1.5 Interseccionalidade como ferramenta analítica nas decisões judiciais
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 17
Natália Zeferino Castanheira
Stela Maris Perez Rodrigues
NARRATIVAS SILENCIADAS: A MULHER PRIVADA DE LIBERDADE E O OLHAR RESTAURATIVO
Introdução
1 Perfil e interseccionalidades do encarceramento feminino no Brasil
2 Violações de Direitos Humanos das pessoas em situação de prisão com foco de gênero
3 Práticas Restaurativas em contextos penais
4 Justiça Restaurativa: origens, conceito, fundamentos e processos circulares
5 Práticas restaurativas e círculos de construção de paz para mulheres privadas de liberdade
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 18
Camila Henning Salmoria
Patrícia Di Fuccio Lages de Lima
O QUE OS DADOS NÃO MOSTRAM: A INVISIBILIDADE DAS MULHERES
Introdução
1 Corpos invisíveis: quando o padrão é o homem
2 Dados médicos e vieses de gênero
3 Inteligência artificial e a perpetuação dos vieses
4 Perspectivas feministas para a produção de dados
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 19
Ana Cristina Cremonezi
Apoema Carmem Ferreira Vieira Domingos Martins Santos
A UTILIZAÇÃO DO PROCESSO ESTRUTURAL COMO FERRAMENTA PARA A EFETIVAÇÃO DE DIREITOS EM LITÍGIOS COMPLEXOS
Introdução
1 O processo estrutural no direito processual brasileiro
2 Aplicações relevantes do processo estrutural: uma releitura do procedimento e da efetividade jurisdicional
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 20
Liliane Graciele Breitwisser Monteiro
Luciene Oliveira Vizzotto Zanetti
A PARTICIPAÇÃO FEMININA COMO FORMA DE LEGITIMAÇÃO DEMOCRÁTICA DO PODER JUDICIÁRIO
Introdução
1 A falta de perspectiva de gênero na construção do Direito contemporâneo: o mito da neutralidade do Direito
2 Igualdade de gênero e o “direito à diferença” a partir da Constituição Federal de 1988
3 Participação feminina na composição do Poder Judiciário: uma janela de oportunidade para o pluralismo e a diversidade
4 Judiciário em movimento: a caminho da paridade de gênero e da justiça plena?
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 21
Michela Vechi Saviato
Ana Paula Barbosa dos Santos Araujo Nunes
EDUCAÇÃO DE GÊNERO NO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO: CONSTRUÇÃO DE UMA MAGISTRATURA INCLUSIVA
Introdução
1 Empoderamento feminino como Direito Humano Fundamental: desafio sistêmico
2 Para além da crise de representatividade: formação jurídica como dever de diligência
3 Realinhamento da educação jurídica como letramento para a igualdade substancial
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 22
Carmen Lúcia Rodrigues Ramajo
Fernanda Moreira Benvenuto Mesquita Simões
AS OFICINAS DE PARENTALIDADE COMO POLÍTICA PÚBLICA JUDICIAL: ENTRE O REFORÇO E A DESCONSTRUÇÃO DE ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO
Introdução
1 Estereótipos de gênero e parentalidade
2 Oficinas de parentalidade e o CNJ
3 Estudo de casos: vencendo os estereótipos de gênero
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 23
Amanda Pacheco Quadros
Deise Manoela dos Santos Cardoso
Vivian Cristiane Eisenberg de Almeida Sobreiro
VIOLÊNCIA PROCESSUAL DE GÊNERO E FEMINICÍDIO NO ÂMBITO DO DIREITO DAS FAMÍLIAS
Introdução
1 Breve exposição dos fatos
2 Violência processual de gênero e o uso do processo judicial como instrumento de perpetuação da violência contra a mulher
Conclusão
Referências
Ensaios
CAPÍTULO 24
Thais Macorin Carramaschi de Martin
“A BOA SORTE” E A JUSTIÇA RESTAURATIVA - DOR NÃO TRABALHADA É DOR TRANSFERIDA: UMA REFLEXÃO
Introdução
1 Justiça Restaurativa: uma pincelada
2 A Boa Sorte: o diálogo da Literatura com a Justiça Restaurativa
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 25
Ana Luyza Moreira Marchiori
Juliana Linhares Pereira
Stela Maris Perez Rodrigues
Thatyany Macedo Z. Pazinatto
Vithória de Paula Lucas
A LEGÍTIMA DEFESA DA HONRA NA LITERATURA E NO DIREITO: ENTRE A TRAGÉDIA FICCIONAL E A CAMUFLAGEM JURÍDICA
Introdução
1 As mulheres nas tragédias literárias: entre a culpabilização e o silenciamento
2 A transposição do discurso literário ao tribunal do júri
3 Constitucionalidade e Direitos Humanos: o limite da justificativa
4 A Justiça Restaurativa como oportunidade de a vítima contar sua versão da história
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 26
Heloísa da Silva Krol Milak
Brunna Rabelo Santiago
PARTILHAS DA MESA DE TEAR: QUANDO AS LINHAS LITERÁRIAS ENCONTRAM A SALA DE AULA
Referências
CAPÍTULO 27
Maria Clara Gouvêa Gerioni
Stela Maris Perez Rodrigues
A MULHER MODERNA: CANSAÇO, CULPA E SOLIDÃO
Introdução
1 A construção da culpa
1.1 Cultura do desempenho
2 A solidão da mulher moderna: conquista ou isolamento?
3 Impactos psicológicos e sociais
4 Alternativas para tais sentimentos e incentivo à transformação
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 28
Ana Luiza Baniski
Gabriela Luciano Borri Aranda
Luciene Oliveira Vizzotto Zanetti
ACESSO À JUSTIÇA PARA MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA: DESAFIOS, AVANÇOS E PERSPECTIVAS INTERSECCIONAIS
Introdução
1 Barreiras ao acesso à justiça: dimensões culturais, econômicas, psicológicas e institucionais
2 Perspectivas transformadoras: a articulação dos Poderes do Estado e o compromisso institucional
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 29
Claudia Catafesta
VIOLÊNCIA POLÍTICA DE GÊNERO: REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA NA JURISDIÇÃO ELEITORAL EM 2024
Referências
CAPÍTULO 30
Carolina Fontes Vieira
REFLEXÕES SOBRE A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE CONCENTRADO
Introdução
1 Composição dos tribunais brasileiros: quadro real da participação feminina
2 A política nacional de incentivo à participação feminina no poder judiciário instituída pelo Conselho Nacional de Justiça
3 A representatividade feminina no órgão responsável pelo controle abstrato nas Cortes Constitucionais Estaduais
4 O julgamento da constitucionalidade da lei do “parto adequado”
Conclusão
Referências
CAPÍTULO 31
Dirce do Nascimento Pereira
Heloisa da Silva Krol Milak
QUANDO O MITO ENCONTRA A HISTÓRIA: ANTÍGONA E EUNICE PAIVA AINDA ESTÃO AQUI!
Introdução
1 Antígona: o despertar da memória e da insurgência feminina
2 Entre ausências e resistências: a jornada singular de Eunice Paiva em “Ainda Estou Aqui”
3 Antígona e Eunice Paiva: narrativas que reconstroem os limiares da existência
3.1 Arquétipos que reverberam no tempo e no espaço: o gênero como força e transformação
3.2 A transversalidade da morte: da ausência à permanência na História
4 Legados de memória e resistência: Eunice Paiva, a herança inspirada por Antígona
Conclusão
Referências
| ISBN | 978-65-5113-406-7 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 487 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | 05/11/2025 |
-
Juíza de Direito no Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJPR). Mestra em Ciência Jurídica pela Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP). Especialista em Direito Público e Direito Tributário. Formadora pela Escola Nacional da Magistratura (ENM) e tutora pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (ENFAM). Qualificada pelo Workshop Theory and Tools of the Harvard Negotiation Project. Membra do Instituto Paranaense de Direito Processual (IPDP), das Comissões de Igualdade e Gênero e de Heteroidentificação do TJPR, e membra titular do Comitê Gestor Regional da Política Nacional de Atenção Prioritária ao Primeiro Grau de Jurisdição do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). Pesquisadora do Grupo de Pesquisa “Neoconstitucionalismo e Neoprocessualismo” da UENP. Autora de artigos científicos e capítulos de livros jurídicos. Integra o Grupo de Estudo GEDTRAB-NADH, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP), bem como o Grupo de Estudos Antidiscriminatórios da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (EJUD5). É também integrante dos coletivos “Nós”, de juízas e juízes negros de todos os ramos da Justiça brasileira; “Antígonas”, de magistradas do TJPR; e “Paridade no Judiciário”, de magistradas em âmbito nacional.Juíza de Direito, integrante da Comissão de Igualdade e Gênero do TJPR (2018/2023), Coordenadora de Direitos Humanos da Escola Judicial do Tribunal de Justiça do Paraná, Professora da Escola da Magistratura do Estado do Parará e da Pós-Graduação da PUC-PR, Pesquisadora do Grupo de Estudos da UFPR/EJUD, Pesquisadora do Grupo de Direito Processual Civil Comparado da UFPR, Tutora da Escola Judicial do Estado do Paraná, Professora do Curso de Formação inicial de Magistrados, Especialista em Direitos Humanos pelo Instituto Ius Gentium Conimbrigae, Mestre em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Coimbra, Doutoranda em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Contato: [email protected]. Lattes: 9688701242513086. ORCID: 0000-0002-9816-6732.Doutora cm direito e Mestra em ciências jurídicas pelo Centro Universitário de Maringá – UNICESUMAR, com pesquisa acerca do direito da mulher ao reconhecimento da equidade de gênero. Graduada em Direito pela Universidade Federal de Goiás.Especialista (pós-graduação) em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho (PUC-GO), Direito Tributário (PUC-GO), Direito Processual Civil (UFG-GO) e Direito das Mulheres (UNIDOMBOSCO).
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