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Segurança Jurídica Coletiva: Solidariedade e Sustentabilidade

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Os Grupos de Pesquisa CNPq “Cidadania, Constituição e Estado Democrático de Direito” e “O Sistema de Seguridade Social”, ambos vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Direito Político e Econômico da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie/SP (PPGDPE), desde 2022, executam o projeto em rede internacional denominado “Segurança Jurídica Coletiva” (financiado pelo MackPesquisa), envolvendo também a Faculdade Autônoma de Direito–FADISP, o Centro Universitário Alves Faria–UNIALFA/GO, a Faculdade de Direito ATITUS Educação (Passo Fundo/RS), a Faculdad de Derecho da Universidad de Salamanca (USal), a Faculdad de Derecho da Universidad de Valladolid (UVa), e Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

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Autores: Gianfranco Faggin Mastro Andréa , José Carlos Francisco , Zélia Luiza Pierdoná

Os Grupos de Pesquisa CNPq “Cidadania, Constituição e Estado Democrático de Direito” e “O Sistema de Seguridade Social”, ambos vinculados ao Programa de Pós-Graduação em Direito Político e Econômico da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie/SP (PPGDPE), desde 2022, executam o projeto em rede internacional denominado “Segurança Jurídica Coletiva” (financiado pelo MackPesquisa), envolvendo também a Faculdade Autônoma de Direito–FADISP, o Centro Universitário Alves Faria–UNIALFA/GO, a Faculdade de Direito ATITUS Educação (Passo Fundo/RS), a Faculdad de Derecho da Universidad de Salamanca (USal), a Faculdad de Derecho da Universidad de Valladolid (UVa), e Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).

OORDENADORES

ORGANIZADORES

SOBRE OS AUTORES

APRESENTAÇÃO


CAPÍTULO 1

José Carlos Francisco

Gianfranco Faggin Mastro Andréa

Marcos Vinícius Sales dos Santos

“SEGURANÇA JURÍDICA COLETIVA: Solidariedade e Sustentabilidade”

Introdução

1.1 Primeira fase do projeto - Segurança Jurídica Coletiva: conceito e abrangência

1.2 Segunda fase do projeto - Segurança Jurídica Coletiva: solidariedade e sustentabilidade

1.2.1 Sobre a solidariedade: Qual é sua natureza jurídica da (princípio, regra ou postulado)? Em quais matérias ou ramo do direito é aplicável? Qual é sua relação com a segurança jurídica coletiva?

1.2.2 Sobre a sustentabilidade: Qual é sua natureza jurídica da (princípio, regra ou postulado)? Em quais matérias ou ramo do direito é aplicável? Qual é sua relação com a segurança jurídica coletiva?

1.2.3 Qual a delimitação conceitual entre segurança jurídica coletiva, solidariedade, sustentabilidade e justiça entre gerações e responsabilidade intergeracional?

1.2.4 Em caso de colisão com prerrogativas individuais, a segurança jurídica coletiva deve ter peso maior aplicando a técnica da ponderação?

1.2.5 Legítimas prerrogativas individuais do presente (abrigadas por direito adquirido, ato jurídico perfeito e coisa julgada) podem ser restringidas em favor da segurança jurídica coletiva de futuras gerações?

Referências


CAPÍTULO 2

Antônio Cláudio Cazarine Filho

Mariana Govões

DA COLETIVIDADE À INTERGERACIONALIDADE: DESVENDANDO OS VÍNCULOS ENTRE A SEGURANÇA JURÍDICA, SOLIDARIEDADE E SUSTENTABILIDADE

Introdução

2.1 O princípio da segurança jurídica: origem, desenvolvimento e desafios atuais

2.1.1 O papel do princípio da solidariedade no estado democrático e sua relação com a teoria de Rawls

2.1.2 A sustentabilidade como ferramenta jurídica: relações e complementaridades com segurança jurídica e solidariedade

2.2 A finitude dos recursos e a Teoria da Justiça de Raws: implicações para a distribuição de bens e direitos

2.2.1 O mínimo social e sua relevância para a justiça intergeracional

2.2.2 Princípio da poupança justa: desafios para estabelecer o mínimo social

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 3

Lídicy Fadel Bueno Gomes

Victória Maria Gomes Leitão

OS LIMITES DA SOLIDARIEDADE: LEGALIDADE E SEGURANÇA JURÍDICA COLETIVA DOS CONTRIBUINTES

Introdução

3.1 Conceito de solidariedade

3.2 Solidariedade e o direito tributário

3.3 Limites da solidariedade

3.3.1 Legalidade

3.3.2 Segurança jurídica

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 4

Luís Buttes

Nayana Shirado

DESAPOSENTAÇÃO NO REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL (RGPS): UMA ANÁLISE SOB A PERSPECTIVA DA SOLIDARIEDADE E DA SUSTENTABILIDADE INTERGERACIONAL

Introdução

4.1 Solidariedade e sustentabilidade intergeracional como princípios da segurança jurídica coletiva

4.2 Direito à desaposentação: uma construção normativa e jurisprudencial

4.3 Segurança jurídica coletiva e desaposentação

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 5

Érica Vanessa Santori

TENDÊNCIAS NA GARANTIA DA SEGURANÇA JURÍDICA COLETIVA: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

Introdução

5.1 Fundamentos teóricos da segurança jurídica coletiva

5.2 Desafios na implementação da segurança jurídica coletiva

5.3 Perspectivas para aprimorar a segurança jurídica coletiva

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 6

Tiago Esashika Crispim

Renata Petreli Piae

SEGURANÇA JURÍDICA COLETIVA E IDENTIDADE CULTURAL NA SOCIEDADE DO DESEMPENHO

Introdução

6.1 Segurança jurídica

6.1.1 Segurança Jurídica Coletiva

6.2 Preservação da identidade cultural

6.3 Sociedade do desempenho

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 7

Claudete Pissaia

Margarete Magda Silveira

A IMPORTÂNCIA DA ACCOUNTABILITY SOCIAL COMO INSTRUMENTO DE COLABORAÇÃO PARA SEGURANÇA JURÍDICA NAS SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS

Introdução

7.1 Definindo accountability social e sua relevância nas sociedades modernas

7.2 A importância da accountability social nas contratações públicas brasileiras

7.3 Accountability social como pilar para a sustentabilidade das sociedades

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 8

Luciana Maria Penna Dupré Rabello

CIDADES SUSTENTÁVEIS: SEGURANÇA JURÍDICA COLETIVA EM RESPOSTA À CRISE URBANA

Introdução

8.1 Segurança jurídica coletiva

8.2 Cidades sustentáveis

8.3 Política urbana no Brasil

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 9

Lucelaine dos Santos Weiss Wandscheer

Mateus Verlindo Behling

EMERGÊNCIA CLIMÁTICA E A INSEGURANÇA JURÍDICA COLETIVA PROVOCADA PELO ENFRAQUECIMENTO DE MECANISMOS LEGAIS

Introdução

9.1 Mudança climática: considerações iniciais

9.2 Legislação ambiental e seu enfraquecimento como fator de insegurança jurídica coletiva

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 10

Gianfranco Faggin Mastro Andréa

Thaís Onofre Caixeta de Freitas

INSEGURANÇA JURÍDICA COLETIVA DIANTE DE DESASTRES NATURAIS: PREVENÇÃO COMO PARÂMETRO E O CASO DO RIO GRANDE DO SUL

Introdução

10.1 Definição e classificação de desastres: uma construção à luz do direito dos desastres

10.1.1 Definição de Desastres: classificação dos desastres quanto à causa, consequência e capacidade de comprometimento do sistema social

10.1.2 Direito dos Desastres: um novel campo científico para tratamento preventivo e repressivo de desastres

10.2 A intensificação dos desastres no Brasil: desastres hidrológicos e o caso do Rio Grande do Sul

10.2.1 Desastres Hidrológicos e o caso das enchentes no Rio Grande do Sul em 2024

10.3 Importância da prevenção e sua relação com a segurança jurídica coletiva

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 11

Marco Aurélio Paganella

Marcel Brasil de Souza Moura

UMA BREVE DISCUSSÃO ACERCA DA VIABILIDADE E DA SUSTENTABILIDADE DA RENDA BÁSICA DE CIDADANIA (RBC) NO BRASIL

Introdução

11.1 A discussão acerca da viabilidade e da sustentabilidade da RBC no Brasil

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 12

Thiago Rafael Vieira

Jean Marques Regina

Marcos Vinícius Sales dos Santos

SUSTENTABILIDADE DO DIREITO À SAÚDE E JURISPRUDÊNCIA DE CRISE EM PORTUGAL E ESPANHA

Introdução

12.1 Sustentabilidade da saúde em Portugal

12.1.1 O contexto econômico de sustentabilidade nos serviços de saúde em Portugal

12.1.2 Regulação

12.1.3 Jurisprudência das Crises em Portugal

12.2 Sustentabilidade da saúde na Espanha

12.2.1 Regulação e custos

12.2.2 Jurisprudência em Direito à Saúde

12.3 Sustentabilidade da saúde no Brasil

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 13

Luis Gustavo Liberato Tizzo

Jonathan de Lima Flores Ricci

A SUSTENTABILIDADE E A SEGURANÇA JURÍDICA COLETIVA EM DEFESA DOS DIREITOS DOS REFUGIADOS

Introdução

13.1 Dos refugiados

13.2 Refugiados e o desenvolvimento sustentável

13.3 Da responsabilidade do estado em relação aos refugiados

13.4 Sustentabilidade e os refugiados climáticos

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 14

Maria Aparecida Martins de Paula

DIREITO INTERGERACIONAL AO MEIO AMBIENTE E SEGURANÇA JURÍDICA: COLISÃO E CONCILIAÇÃO

Introdução

14.1 Segurança jurídica: princípio constitucional e direito fundamental

14.2 Direito fundamental ao meio ambiente e os princípios constitucionais ambientais

14.3 O direito ao meio ambiente das gerações futuras

14.4 Direito ao meio ambiente e segurança jurídica no STJ e no STF

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 15

Éric da Silva Lima

Luis Gustavo Liberato Tizzo

Otavio Mitsuo Nishimura

A RELATIVIDADE DA SEGURANÇA JURÍDICA À LUZ DA DEFINIÇÃO DA PROPRIEDADE NO DIREITO BRASILEIRO

Introdução

15.1 Entendendo a propriedade e suas várias formas de apresentação

15.2 A variedade da ideia de propriedade à luz da desconstrução de Jacques Derrida

15.3 Entendendo a segurança jurídica e sua relevância no direito brasileiro

15.4 O tipo ideal de sociedade para o estado moderno

15.5 A relatividade da segurança jurídica à luz da definição da propriedade no direito brasileiro

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 16

Maitê Marques Magalhães

A SEGURANÇA JURÍDICA COLETIVA NA EFETIVAÇÃO DA IGUALDADE DE GÊNERO

Introdução

16.1 Entre a norma e a concretização da igualdade de gênero no Brasil

16.2 O papel do direito na promoção da igualdade de gênero

16.3 O princípio da segurança jurídica coletiva no direito à igualdade de gênero

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 17

Júlia Maraskim Pandolfo

Tássia A. Gervasoni

A INSEGURANÇA JURÍDICA DOS TRABALHADORES POR APLICATIVO NO CONTEXTO NEOLIBERAL E AS VIOLAÇÕES DE DIREITOS SOCIAIS

Introdução

17.1 O surgimento do transporte por aplicativo no Brasil e os seus contornos jurídico-legislativos

17.2 A (in)segurança jurídica dos trabalhadores por aplicativo: uberização e seus impactos no âmbito jurídico-trabalhista

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 18

Margarete Magda da Silveira

Neuro José Zambam

POLÍTICAS PÚBLICAS, PROCESSO ESTRUTURAL: CONSIDERAÇÕES A PARTIR DA DECISÃO DA ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL – ADPF-347

Introdução

18.1 A persistente violação de direitos humanos no sistema carcerário brasileiro e os desafios da ADPF-347

18.2 Ausência de políticas públicas no sistema prisional e insegurança jurídica nas sociedades contemporâneas

18.3 Processo estrutural para reestruturação do sistema carcerário brasileiro

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 19

Luana Fornazier dos Santos

Luís Delcides Rodrigues da Silva

SEGURANÇA JURÍDICA INTERGERACIONAL: PREVALÊNCIA DO DIREITO À INFORMAÇÃO E A PROTEÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE IMPRENSA

Introdução

19.1 Segurança jurídica e autonomia da vontade

19.1.1 Surgimento dos cinegrafistas amadores

19.2 Segurança jurídica e liberdade de imprensa

19.2.1 A prevalência do direito à informação

19.3 Segurança jurídica intergeracional e a proteção dos profissionais de imprensa

19.3.1 Os ataques aos jornalistas nas redes digitais

19.4 Segurança jurídica coletiva e liberdade de informação

19.5 Liberdade de informações e as fake news

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 20

Olavo Fettback Neto

A SEGURANÇA JURÍDICA COLETIVA E OS PROCESSOS ENVOLVENDO A SAÚDE SUPLEMENTAR

Introdução

20.1 A judicialização da saúde suplementar

20.2 O conceito da segurança jurídica coletiva

20.3 A aquiescência da segurança jurídica coletiva nos processos da saúde suplementar

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 21

Marcel Brasil de Souza Moura

Marco Aurélio Paganella

TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NOS CONTRATOS DE PLANOS DE SAÚDE

Introdução

21.1 Transtorno do espectro autista: generalidades

21.2 Direitos das pessoas com transtorno do espectro autista

21.3 Limitações pelos planos de saúde ao tratamento das pessoas com transtorno do espectro autista

21.4 A distinção entre princípios e regras na teoria dos direitos fundamentais de Alexy

21.5 Ponderação entre os princípios da dignidade da pessoa humana e da segurança jurídica

Conclusão

Referências


CAPÍTULO 22

Mirian Gomes

A JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE NO BRASIL: DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA COMO UM PRINCÍPIO UNIVERSAL DE ACESSO COLETIVO À SAÚDE

Introdução

22.1 A saúde como um direito fundamental social

22.2 A judicialização da saúde e a consecução da justiça social

22.3 A judicialização da saúde em números

Conclusão

Referências

ISBN 978-65-5113-385-5
Dimensões 23 x 15.5 x 1
Tipo do Livro Impresso
Páginas 386
Edição 1
Idioma Português
Editora Editora Thoth
Publicação outubro/2025
  1. Gianfranco Faggin Mastro Andréa[email protected]
    Doutor e Mestre em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Especialista em Direito Público. Vice-líder do Grupo de Pesquisa cadastrado no CNPQ “Cidadania, Constituição e Estado Democrático de Direito” perante a Universidade Presbiteriana Mackenzie. Professor universitário. Autor de diversos artigos e obras. Analista jurídico do Ministério Público Federal. Email: [email protected].
  2. José Carlos Francisco[email protected]
    Professor na Universidade Mackenzie/SP, Líder do grupo de pesquisa CNPq Cidadania, Constituição e Estado Democrático de Direito, Diretor do Instituto Brasileiro de Estudos Constitucionais – IBEC, Membro do Instituto Pimenta Bueno – Associação Brasileira dos Constitucionalistas, Mestre e Doutor em Direito Constitucional pela Universidade de São Paulo - USP, e Desembargador no Tribunal Regional Federal da 3ª Região. E-mail: [email protected].
  3. Zélia Luiza Pierdoná[email protected]
    Professora do Programa de Pós-Graduação em Direito Político e Econômico, da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Doutora e mestre em direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; realizou estágio pós-doutoral na Universidade Complutense de Madri; também é Procuradora Regional da República em São Paulo. E-mail: [email protected]

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