O que uma mulher privada de liberdade espera quando pede um defensor público ou advogado? Mais do que a defesa em um processo criminal, ela busca ser ouvida, compreendida e reconhecida como sujeito de direitos. Nesta obra, Cristina Sandoval Collyer conduz o leitor para além dos muros do cárcere feminino amazônico e apresenta uma pesquisa inédita realizada na Unidade de Custódia e Reinserção Feminina de Santarém, no Estado do Pará. A partir da escuta sensível de mulheres encarceradas, a autora revela como a ausência ou a fragilidade da assistência jurídica gratuita se converte em mais uma forma de exclusão, aprofundando desigualdades marcadas por gênero, raça, classe e território. Com sólida fundamentação em Direitos Humanos, Direito Constitucional, Criminologia Crítica, Feminismo Negro e Direito Internacional dos Direitos Humanos, a obra dialoga com temas centrais da atualidade, como a ADPF 347, o Estado de Coisas Inconstitucional e o Plano Pena Justa. Mais do que identificar problemas estruturais do sistema prisional, propõe reflexões e caminhos para a construção de uma justiça verdadeiramente acessível, inclusiva e comprometida com a dignidade humana. Resultado de uma pesquisa acadêmica aprovada com distinção e recomendação de publicação, este livro alia rigor científico à sensibilidade de quem há mais de duas décadas atua na magistratura criminal e conhece, de perto, os desafios do sistema de justiça na Amazônia. Uma leitura indispensável para magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos, advogados, pesquisadores, estudantes e todos aqueles que acreditam que o acesso à justiça é o primeiro passo para a efetivação dos direitos humanos.
O que uma mulher privada de liberdade espera quando pede um defensor público ou advogado? Mais do que a defesa em um processo criminal, ela busca ser ouvida, compreendida e reconhecida como sujeito de direitos. Nesta obra, Cristina Sandoval Collyer conduz o leitor para além dos muros do cárcere feminino amazônico e apresenta uma pesquisa inédita realizada na Unidade de Custódia e Reinserção Feminina de Santarém, no Estado do Pará. A partir da escuta sensível de mulheres encarceradas, a autora revela como a ausência ou a fragilidade da assistência jurídica gratuita se converte em mais uma forma de exclusão, aprofundando desigualdades marcadas por gênero, raça, classe e território. Com sólida fundamentação em Direitos Humanos, Direito Constitucional, Criminologia Crítica, Feminismo Negro e Direito Internacional dos Direitos Humanos, a obra dialoga com temas centrais da atualidade, como a ADPF 347, o Estado de Coisas Inconstitucional e o Plano Pena Justa. Mais do que identificar problemas estruturais do sistema prisional, propõe reflexões e caminhos para a construção de uma justiça verdadeiramente acessível, inclusiva e comprometida com a dignidade humana. Resultado de uma pesquisa acadêmica aprovada com distinção e recomendação de publicação, este livro alia rigor científico à sensibilidade de quem há mais de duas décadas atua na magistratura criminal e conhece, de perto, os desafios do sistema de justiça na Amazônia. Uma leitura indispensável para magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos, advogados, pesquisadores, estudantes e todos aqueles que acreditam que o acesso à justiça é o primeiro passo para a efetivação dos direitos humanos.
Sobre a Autora
Prefácio
Lista de Siglas
Introdução
CAPÍTULO 1
ENCARCERAMENTO FEMININO
1.1 Quem são elas? Diagnóstico da Mulher Privada de Liberdade no
Brasil e na Amazônia Paraense
1.2 Herança escravista, racismo estrutural e patriarcado na
conformação do sistema penal brasileiro
1.3 Chega de Silêncio: Feminismo Negro como referencial crítico ao
encarceramento feminino
CAPÍTULO 2
A ASSISTÊNCIA JURÍDICA GRATUITA COMO MEIO FUNDAMENTAL DE ACESSO À
JUSTIÇA
2.1 O Direito Constitucional Internacional como fundamento do
direito à assistência jurídica gratuita de mulheres privadas de
liberdade
2.2 A assistência jurídica gratuita no ordenamento jurídico
brasileiro: fundamentos normativos e o papel da Defensoria Pública
na defesa das mulheres privadas de liberdade
2.3 Quando o sistema falha: a judicialização do direito à
assistência jurídica gratuita por meio da ADPF 347 e do Plano Pena
Justa
CAPÍTULO 3
DEPOIS DO PORTÃO: REVELAÇÕES DA PESQUISA DE CAMPO
3.1 O documentário “Entre Grades e Raízes” como projeto de
intervenção
3.2 O caminho até elas: percurso metodológico, chegada ao cárcere
e experiência com as participantes
3.3 Quando a pesquisa ganha rosto: histórias de vidas e
resistências das presas
3.4 Com a palavra, elas: a percepção das mulheres encarceradas
sobre a assistência jurídica gratuita
Conclusão
Referências
Apêndice 1
Apêndice 2
| ISBN | 978-65-5113-737-2 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 251 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | setembro/2026 |
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Mestra no Programa de Pós Graduação em Direito e Desenvolvimento na Amazônia - PPGDDA-ICJ-UFPA, aprovada com distinção e com sugestão de publicação. Possui Pós Graduação Lato Sensu em Direito Penal, Direito Processual Penal e Direitos Humanos na Escola Judicial do Poder Judiciário do Estado do Pará, tendo sido aprovada com conceito EXCELENTE. Possui Pós Graduação Lato Sensu em Direito em Direito Administrativo na Universidade Federal do Pará em Convênio com a Escola Superior de Advocacia, Seção Pará, tendo sido aprovada com conceito EXCELENTE. Possui Pós Graduação Lato Sensu em Direito Processual Civil na Universidade Anhanguera - UNIDERP, tendo sido aprovada com conceito EXCELENTE. Graduada em Direito pela Universidade da Amazônia (2000). É juíza de direito do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, tendo sido aprovada em concurso público de provas e títulos e empossada em 06.12.2002. Presidente do 1 Grau da Comissão contra o Assédio e Discriminação no Tribunal de Justiça do Pará. Membra do Comitê de Políticas Penais do Estado do Pará (CEPP/PA).
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