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Biodireito e Direito da Personalidade: Questões Polêmicas Vol. III

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Apresentamos a obra Biodireito e Direito da Personalidade: Questões Polêmicas, vol. III, coordenada pela Profa. Claudia Loureiro, pela Profa. Maria Helena Diniz, organizada por Tatiane Mendes Sanches e com Prefácio de Juan Morales Ordóñez. Os temas desenvolvidos pelos autores e autoras apresentam uma excelente e relevante pesquisa sobre questões polêmicas que revelam a intrínseca relação entre Biodireito e Direito da Personalidade, sob a égide da relação intrínseca entre Biodireito, Bioética e Direitos Humanos, funcionando como imprescindível fonte de pesquisa para professores, pesquisadores e estudantes deste ramo do conhecimento. A obra foi desenvolvida no âmbito do Projeto Global Crossings, da Cátedra Jean Monnet, da Universidade Federal de Uberlândia, eixo de pesquisa Trans_Humanidade, bem como no contexto do Grupo de Pesquisa Biodireito, Bioética e Direitos Humanos, da mesma instituição de ensino superior, ambos certificados pelo CNPq e coordenados pela Profa. Claudia Loureiro, que também é uma das coordenadoras da obra.


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Autores: Claudia Loureiro , Maria Helena Diniz

Apresentamos a obra Biodireito e Direito da Personalidade: Questões Polêmicas, vol. III, coordenada pela Profa. Claudia Loureiro, pela Profa. Maria Helena Diniz, organizada por Tatiane Mendes Sanches e com Prefácio de Juan Morales Ordóñez. Os temas desenvolvidos pelos autores e autoras apresentam uma excelente e relevante pesquisa sobre questões polêmicas que revelam a intrínseca relação entre Biodireito e Direito da Personalidade, sob a égide da relação intrínseca entre Biodireito, Bioética e Direitos Humanos, funcionando como imprescindível fonte de pesquisa para professores, pesquisadores e estudantes deste ramo do conhecimento. A obra foi desenvolvida no âmbito do Projeto Global Crossings, da Cátedra Jean Monnet, da Universidade Federal de Uberlândia, eixo de pesquisa Trans_Humanidade, bem como no contexto do Grupo de Pesquisa Biodireito, Bioética e Direitos Humanos, da mesma instituição de ensino superior, ambos certificados pelo CNPq e coordenados pela Profa. Claudia Loureiro, que também é uma das coordenadoras da obra.


COORDENADORAS

ORGANIZADORA

AUTORES

APRESENTAÇÃO

PREFÁCIO



CAPÍTULO 1

Maria Helena Diniz

IMPACTO DA LEI N. 13.445/2017 NOS DIREITOS DA PERSONALIDADE

Introdução

1 Causas da imigração e seus problemas

2 Tutela dos direitos dos refugiados: um desafio de solidariedade internacional

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 2

Claudia Loureiro

Lair da Silva Magalhães Loureiro

O DIREITO HUMANO AO MEIO AMBIENTE COMO PRESSUPOSTO PARA A CONCRETIZAÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA

Introdução

1 Dignidade humana: aporte doutrinário e proteção internacional

2 O direito humano ao meio ambiente como pressuposto para a concretização da dignidade humana

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 3

Samyr Leal da Costa Brito

Mônica Aguiar

POSITIVISMO, PÓS-POSITIVISMO E DIREITO ALTERNATIVO NA DOGMÁTICA JURÍDICA DO BIODIREITO BRASILEIRO

Introdução

1 Relação entre bioética, biodireito e dogmática jurídica

2 Dificuldades da dogmática jurídica contemporânea no tratamento dos problemas da bioética

2.1 A dogmática jurídica positivista

2.2 A dogmática jurídica pós-positivista

2.3 A Teoria Crítica do Direito (TCD)

3 O perfil da dogmática jurídica do biodireito brasileiro

4 Uma ecologia para a dogmática do biodireito

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 4

Newton de Lucca

Patrícia Aurélia Del Nero

ASPECTOS RELEVANTES DOS DIPLOMAS INTERNACIONAIS QUE DISCIPLINAM A ÉTICA DA PESQUISA QUE ENVOLVE OS SERES HUMANOS: UMA ANÁLISE EXPLORATÓRIA

Introdução

1 A bioética: caracterização e normatização internacional

1.1 Da ética à bioética

1.2 O Código de Nuremberg e suas principais disposições

1.3 A Declaração de Helsinki

1.4 As diretrizes éticas internacionais para pesquisa biomédica envolvendo seres humanos

1.5 A Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 5

Rui Miguel Prista Patrício Cascão

DIREITO À SAÚDE, DIREITO À INTEGRIDADE DO SER HUMANO E DIREITO À PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS NA PERSPETIVA DO DIREITO EUROPEU: A IMPORTÂNCIA DO CONSENTIMENTO INFORMADO

Introdução

1 O direito à saúde e a sua interação com outros direitos

1.1 O direito à saúde e o direito à vida

1.2 O direito à saúde e o direito à integridade física

1.3 O direito à saúde e o direito à privacidade e proteção de dados pessoais

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 6

Larisse Salvador Bezerra de Vasconcelos

Tatiane Mendes Sanches

A FICÇÃO JURÍDICA DO ASSENTIMENTO EM PESQUISAS COM SERES HUMANOS: UMA ANÁLISE DA BIOÉTICA E DO BIODIREITO PARA PROTEÇÃO DOS DIREITOS DA PERSONALIDADE

Introdução

1 Pesquisa com seres humanos: a questão do consentimento livre e esclarecido no contexto da vulnerabilidade humana

2 A questão do assentimento: a autonomia daqueles que não tem capacidade para consentir

2.1 A difícil compatibilidade do assentimento no ordenamento jurídico ante as disposições gerais do Código Civil

3 Os desafios da bioética e do biodireito no tocante ao assentimento como forma respeito à dignidade da pessoa humana e a proteção ao direito da personalidade

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 7

Julcira Maria de Mello Vianna Lisboa

Giancarla Coelho Naccarati Marcon

O IMPOSTO SELETIVO (IS) COMO INSTRUMENTO DE PRESERVAÇÃO DA VIDA: O BIODIREITO E A MACROBIOÉTICA NA TRIBUTAÇÃO

Introdução

1 A tutela constitucional da preservação da vida, do meio ambiente, da liberdade da atividade científica e a macrobioética

2 O direito tributário como instrumento de preservação da vida e do meio ambiente

3 O Imposto Seletivo (IS)

3.1 A regra-matriz e os critérios constitucionais

3.2 A lei complementar

3.2.1 Breves linhas sobre o Projeto de Lei Complementar (PLP) n. 68/2024

4 O princípio do não confisco na extrafiscalidade

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 8

Maria Cristina Zucchi

A BIOÉTICA E O CONFLITO BIOÉTICO NA BUSCA DA ADEQUADA SOLUÇÃO

Introdução

1 O conflito, gerado pelo homem e grande gerador dos problemas do homem

2 A razão de ser da bioética e seus princípios fundamentais

3 Os conflitos bioéticos

4 A Bioética como solução para o conflito bioético – virada possível?

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 9

Corinna Margarete Charlotte Schabbel

AUTOPOIESE NA ABORDAGEM DE TEMAS LIGADOS AO DIREITO MÉDICO

Introdução

1 Construção da realidade a partir de uma perspectiva construtivista

1.1 Autopoiese

1.2 O crescimento da reflexividade por meio de emoções e linguagem

1.3 Criando realidades compartilhadas

2 Incorporar emoções para transformar conflitos

3 O Biodireito e o direito da personalidade

3.1 Modelo de Mediação mais adequado: Ampliação Narrativa

3.2 Futuras aplicações na prática de mediação

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 10

Mariana Govões

Ana Elizabeth Lapa Wanderley Cavalcanti

PRINCÍPIO DA BENEFICÊNCIA E DIREITO À VIDA: A PROTEÇÃO DO NASCITURO NO DIREITO BRASILEIRO E O DEBATE SOBRE OS DIREITOS REPRODUTIVOS E O ABORTO

Introdução

1 Bioética e Biodireito como ferramentas de integração do conhecimento e o direito à vida sob a perspectiva de Potter

2 Assistência médica na garantia da qualidade de vida no Brasil

3 Autonomia Científica do Biodireito sob a ótica principiológica

4 Teoria concepcionista, aborto e aplicação dos princípios bioéticos

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 11

Flávia Piva Almeida Leite

Fábio Rosa Neto

Gabriel Rodrigo de Sousa

ABORTO EUGÊNICO NO CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE E CONVENCIONALIDADE BRASILEIRO: DIÁLOGOS E PERSPECTIVAS A PARTIR DA JURISPRUDÊNCIA DO STJ, ADPF 54 E 442, E O CASO BEATRIZ VS. EL SALVADOR

Introdução

1 O crime de aborto no Código Penal e as excludentes de ilicitude

a. ADPF 54 e o caso Beatriz vs. El Salvador: a virada de paradigma no debate sobre o Aborto eugênico

2 A recente interpretação restritiva do STJ sobre o aborto

2.1 O caso do aborto de feto com Síndrome de Edwards na 31ª semana

3 ADPF 442: a descriminalização do aborto

a. Contexto e argumentos apresentados na ADPF 442

b. O voto inaugural na ADPF 442

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 12

Maria Helena Marques Braceiro Daneluzzi

Mariana Ferreira da Cruz Pires

ELEMENTOS DOS CONTRATOS DE GESTAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO

Introdução

1 Dos contratos de gestação por substituição

2 Dos elementos dos contratos de gestação por substituição

2.1 Da capacidade da gestante substituta e o consentimento livre e informado

2.2 Do objeto lícito, determinado ou determinável

2.3 Forma prescrita ou não defesa em lei

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 13

Rita de Cássia Curvo Leite

Maria Fernanda Nobre Formiga Chaves

O PLANEJAMENTO FAMILIAR COMO DIREITO DA PERSONALIDADE NAS FAMÍLIAS ECTOGENÉTICAS

Introdução

1 O planejamento familiar como manifestação da personalidade pessoal e conjugal

2 O direito à reprodução e o direito à escolha reprodutiva

3 O planejamento familiar em famílias ectogenéticas

3.1 Técnicas de reprodução humana assistida

3.2 Utilização de embriões por um dos cônjuges ou companheiros: limites à revogação do consentimento informado

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 14

Ana Maria Viola de Sousa

Felipe Marquette de Sousa

PLANO DE PARTO E A PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA: UMA ANÁLISE À LUZ DO BIODIREITO E DIREITO DE PERSONALIDADE

Introdução

1 Violência obstétrica – noções gerais

2 Plano de parto

2.1 Principais características do Plano de parto

2.2 Causas do reduzido interesse na adoção do Plano

2.3 Efeitos pela utilização do plano de parto

3 Plano de Parto – uma abordagem em Biodireito e Direitos da Personalidade

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 15

Leonardo Estevam de Assis Zanini

Odete Novais Carneiro Queiroz

AUTONOMIA PRIVADA, IRRENUNCIABILIDADE E INTRANSMISSIBILIDADE DOS DIREITOS DA PERSONALIDADE

Introdução

1 A irrenunciabilidade dos direitos da personalidade

2 A relação existente entre a irrenunciabilidade e a indisponibilidade

3 A intransmissibilidade dos direitos da personalidade

4 A intransmissibilidade e a tutela post mortem

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 16

Evandro Luan de Mattos Alencar

VULNERABILIDADES, DIREITOS DE PERSONALIDADE E DECISÕES EXISTENCIAIS: A QUESTÃO DO REGIME DE CAPACIDADE CIVIL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA À LUZ DO DIREITO CIVIL BRASILEIRO

Introdução

1 Vulnerabilidade, autonomia e o conceito de pessoa com deficiência no direito brasileiro

2 Capacidade da pessoa com deficiência no Direito Civil-Constitucional brasileiro

3 Direito de personalidade e as decisões existenciais

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 17

Wilson José Gonçalves

BIODIREITO E DIREITO DA PERSONALIDADE: RECONHECIMENTO DA AUTONOMIA PROGRESSIVA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA SUPERAÇÃO DO CRITÉRIO ETÁRIO

Introdução

1 Biodireito e autonomia progressiva

2 Direito da personalidade e autonomia progressiva

3 Reconhecimento da autonomia progressiva de crianças e adolescentes

4 Superação do critério etário

5 Responsabilidade da autonomia progressiva

6 Tomadas de decisões pelo critério de melhores condições

7 Direito Comparado – Argentina

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 18

Rogério Donnini

DIREITOS DA PERSONALIDADE E A FUNÇÃO PUNITIVA DA RESPONSABILIDADE CIVIL NO ANTEPROJETO DE CÓDIGO CIVIL

Introdução

1 Direitos da personalidade

2 Da violação aos direitos da personalidade. O novel direito da personalidade: tempo perdido

3 Prevenção de danos por meio da função punitiva da responsabilidade civil

4 Funções preventiva e punitiva da responsabilidade civil. A ilicitude lucrativa

5 Fundamentação legal para a aplicação do fator de desestímulo

6 O Anteprojeto de Código Civil

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 19

Yara Diwonko

REGIME DE BENS PARA MAIORES DE 70 ANOS. COGÊNCIA DO INCISO II DO ARTIGO 1.641, CÓDIGO CIVIL

Introdução

1 Origens históricas do regime da separação de bens

2 Espécies de separação de bens

3 Súmula 377/STF

4 Idosos

5 Regime obrigatório de separação de bens para maiores de 70 anos (“Leading case”)

6 Repercussões Sucessórias

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 20

Maria Garcia

O DIREITO À VELHICE E O PROCESSO DE ENVELHECER

Introdução

“Olhar o futuro”

“Amigos se unem para construir vila e viver juntos na velhice

“Clubes de leitura estimulam vida social de idosos

“USP recebe até 8 mil alunos idosos por ano”

1 Pontos básicos da questão

2 O que é “velhice”?

“Conceituação de velhice”

3 O processo do Envelhecimento

“Envelhecimento biológico

“Razões do envelhecimento

Limite do tempo de vida

Homeostase

Código genético

Envelhecimento psicológico

“Envelhecimento social

O Desengajamento

A atividade

“Crítica à proposta da atividade

O desenvolvimento do Ego

“Critica à Proposta do Desenvolvimento do Ego

Narcisismo e Equilíbrio na Velhice

4 Etarismo e uma aula de Michel Foucault

Referências



CAPÍTULO 21

Aldilene Abreu de Azevedo

Vania Reis Girianelli

COMUNIDADES TERAPÊUTICAS E TRABALHO ESCRAVO CONTEMPORÂNEO: ENTRE O ABANDONO DA REALIDADE CIENTÍFICA E USO INDEVIDO DA FÉ HUMANA

Introdução

1 Trabalho Escravo Contemporâneo e estratégias de enfrentamento no Brasil

1.1 Escravidão: do clássico ao contemporâneo

1.2 Enfrentamento ao Trabalho escravo no Brasil

1.3 Modalidades de Trabalho Escravo Contemporâneo no Brasil

2 Comunidades Terapêuticas no Brasil

2.1 Evolução da assistência à saúde mental

a. Comunidades Terapêuticas

3 Comunidades Terapêuticas e Trabalho Escravo: repercussão na mídia

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 22

Marcelo Figueiredo

O MEIO-AMBIENTE, AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS, E A NECESSIDADE DE URGENTES MEDIDAS PARA A SALVAÇÃO DO PLANETA E TEMAS CORRELATOS

Introdução

Referências



CAPÍTULO 23

Juan José Martínez-Mercadal

LA SUPREMA CORTE DE JUSTICIA DE ESTADOS UNIDOS ANTE EL CAMBIO CLIMÁTICO EN “WEST VIRGINIA ET AL. V. ENVIRONMENTAL PROTECTION AGENCY ET AL” (2022): ¿UNA AMENAZA A LOS PRINCIPIOS DE PROGRESIVIDAD, NO REGRESIÓN AMBIENTAL Y PREVENCIÓN DEL DAÑO?

Introducción

1 La cuestión ambiental como una cuestión constitucional

2 El cambio climático como objeto de regulación normativa y control judicial

3 El cambio climático en la Justicia y el Principio de no regresión

4 La Corte de Justicia de Estados Unidos, una discusión lingüística y una visión conservadora del cambio climático: West Virginia et al. v. Environmental Protection Agency et al

5 Determinar el mejor “sistema” de reducción de emisiones: ¿una mera cuestión lingüística o ambiental?

Referencias



CAPÍTULO 24

Arthur Henrique de Pontes Regis

OS ANIMAIS COMO DETENTORES DE DIREITOS DA PERSONALIDADE: DIGNIDADE E SENCIÊNCIA ANIMAL EM DEBATE

Introdução

Discussão

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 25

Sergio Iglesias Nunes de Souza

A NATUREZA JURÍDICA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS:A INCOMPATIBILIDADE DA INTERPRETAÇÃO DE SUJEITO DE DIREITO OU DE BEM SUI GENERIS COM O NOSSO SISTEMA JURÍDICO CIVIL-CONSTITUCIONAL E OS DIREITOS DA PERSONALIDADE DE SEU PROPRIETÁRIO OU POSSUIDOR

Introdução

1 A natureza jurídica do animal doméstico no sistema jurídico brasileiro

1.1 A natureza jurídica do animal na perspectiva do direito civil-constitucional

1.2 O fenômeno do antropomorfismo na sociedade contemporânea

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 26

Déborah R. Lambach Ferreira da Costa

Filipe Natal de Gaspari

OS ANIMAIS DE COMPANHIA E A PRÁTICA CRUEL DO MERCADO PET: O DESCARTE DO AFETO

Introdução

1 A aquisição de animais como prática da sociedade de consumo

1.1 Objetos de consumo em A sociedade individualizada: vidas contadas e histórias vividas (Bauman)

1.2 Do consumo à possibilidade do afeto para com os animais em Justiça para os animais: nossa responsabilidade coletiva (Nussbaum)

1.3 O consumo e a ética em Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria e em A ética é possível num mundo de consumidores? (Bauman)

2 A funcionalização dos animais domésticos de companhia ou criados como de estimação (ótica antropocêntrica)

3 Entre o dever de cuidado e a tirania da afetividade

3.1 Dever de cuidado

3.2 A afetividade em xeque

3.3 Um novo paradigma para a afetividade animal

Conclusão

Referências



CAPÍTULO 27

Jorge José Lawand

NEURODIREITO AO ESQUECIMENTO E A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Introdução

1 Contextualização dos neurodireitos

1.1 Neurodireito, inteligência artificial e ética

2 Os robôs e os neurodireitos – a questão do corpo eletrônico

3 A Lei Geral de Proteção de Dados e o Marco Civil da Internet

4 Neurodireito ao esquecimento

Conclusão

Referências



CAPìTULO 28

Andrea Camargo

Angela Camargo

Marinilce Lacerda Pena Sakahida

DIREITO DE RESISTÊNCIA: DESOBEDIÊNCIA CIVIL E LIBERDADE INDIVIDUAL

Introdução

1 O jusnaturalismo

2 O direito positivo

3 Evolução histórica do direito de resistência e do direito de desobediência civil

4 O direito fundamental da desobediência civil como liberdade da pessoa humana em não receber no seu corpo as “vacinas” da COVID-19

Conclusão

Referências

ISBN 978-65-5113-309-1
Dimensões 23 x 15.5 x 2
Tipo do Livro Impresso
Páginas 651
Edição 1
Idioma Português
Editora Editora Thoth
Publicação setembro/2025
  1. Claudia Loureiro[email protected]
    Coordenadora da Cátedra Jean Monnet da Universidade Federal de Uberlândia – Projeto Global Crossings. Professora Permanente do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Uberlândia; Estágio Pós-Doutoral em Direito concluído em 2021(NOVA/Lisboa), 2019 (FADUSP) e 2016 (FDUC); Doutora e Mestre pela PUC/SP; Pesquisadora Líder do Grupo Biodireito, Bioética e Direitos Humanos/UFU, do Observatório Interamericano e Europeu dos ODS/UFU e da Clínica Humanitas/UFU.
  2. Maria Helena Diniz
    Mestre e Doutora em Teoria Geral do Direito e Filosofia do Direito pela PUCSP. Livre-docente e Titular de Direito Civil da PUCSP por concurso de títulos e provas. Professora de Direito Civil no curso de graduação da PUCSP. Professora de Filosofia do Direito, de Teoria Geral do Direito e de Direito Civil Comparado nos cursos de pós-graduação (mestrado e doutorado) em Direito da PUCSP. Coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Direito Civil Comparado nos cursos de pós-graduação em Direito da PUCSP. Professora Emérita da Faculdade de Direito de Itu. Membro benemérito do Instituto Sílvio Meira. Sócia honorária do IBDFAM. Membro da Academia Paulista de Direito (cadeira 62 – patrono Oswaldo Aranha Bandeira de Mello), da Academia Notarial Brasileira (cadeira 16 – patrono Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda), do Instituto dos Advogados de São Paulo e do Instituto de Direito Comparado Luso-Brasileiro. Membro honorário da Internacional Federação dos advogados de Língua Portuguesa (FALP).

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