O que resta da resistência quando a praça pública é uma plataforma privada? Partindo de sua experiência de mais de 10 anos como ativista digital e idealizadora da página @filhasdefrida, Eduarda Porcino examina as complexas relações entre ativismo, algoritmos e democracia. Em Ciberativistas em tempos de capitalismo de vigilância, a autora combina práxis e pesquisa acadêmica para investigar como o Instagram se tornou, simultaneamente, um palco de visibilidade política e um território de monitoramento e extração de dados. As redes sociais não são ambientes neutros: elas moldam quem é visto, o que é ouvido e como nos organizamos. Ao cruzar direitos humanos, ciberativismo e capitalismo de vigilância, este livro lança luz sobre as contradições do engajamento contemporâneo e oferece pistas para construirmos uma resistência real em tempos de controle algorítmico.
O que resta da resistência quando a praça pública é uma plataforma privada? Partindo de sua experiência de mais de 10 anos como ativista digital e idealizadora da página @filhasdefrida, Eduarda Porcino examina as complexas relações entre ativismo, algoritmos e democracia. Em Ciberativistas em tempos de capitalismo de vigilância, a autora combina práxis e pesquisa acadêmica para investigar como o Instagram se tornou, simultaneamente, um palco de visibilidade política e um território de monitoramento e extração de dados. As redes sociais não são ambientes neutros: elas moldam quem é visto, o que é ouvido e como nos organizamos. Ao cruzar direitos humanos, ciberativismo e capitalismo de vigilância, este livro lança luz sobre as contradições do engajamento contemporâneo e oferece pistas para construirmos uma resistência real em tempos de controle algorítmico.
Sobre a Autora
Agradecimentos
Prefácio
Lista de siglas e abreviaturas
Introdução
CAPÍTULO 1
O CAPITALISMO DE VIGILÂNCIA
1.1 A condição neoliberal e o desenvolvimento social
1.2 As bases da vigilância
1.3 Arquitetura de extração
CAPÍTULO 2
PERSONALIZAÇÃO, CIBERATIVISMOS E INSTAGRAM
2.1 A lente embaçada da personalização
2.2 Ciberativismos: conceitos e características
2.3 Instagram amabilidade?
CAPÍTULO 3
ANÁLISE E RESULTADOS
3.1 A recusa
3.2 Ciberativistas em extinção
3.3 Conquistas no Instagram
3.4 Algoritmo
3.5 Capitalismo
3.6 Hegemonia
3.7 Incompreensão
3.8 Individualismo
3.9 Comportamento
3.10 Intervenções
3.11 Personalização
3.12 Pertencimento
3.13 Extensão
3.14 A teoria posta à prova na prática
Considerações finais
Referências
| ISBN | 978-65-5113-705-1 |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 1 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | 140 |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação | agosto/2026 |
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Eduarda Porcino[email protected]Doutoranda em Direito pela Universidade de Brasília (UnB), Mestre em Desenvolvimento Social pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Social (PPGDS) da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), com bolsa CAPES. Atua como Assessora na Superintendência de Fiscalização da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), com experiência nas áreas de regulação, proteção de dados pessoais e direitos digitais. É graduada em Direito pelas Faculdades Integradas Pitágoras (2021), advogada inscrita na OAB/MG sob o nº 220.454 e possui especializações em Direito Público pela Gran Cursos Online e em Direitos Humanos pelo Centro de Estudos de Especialização e Extensão (CENES). Atua também como palestrante e pesquisadora, dedicando-se aos estudos sobre Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), capitalismo de vigilância, regulação de plataformas digitais, ciberativismo, políticas públicas, democracia e relações de gênero.
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