No direito processual é muito comum a solução de problemas vividos nos processos por meio de discussões monopolizadas pelo discurso exclusivamente jurídico, o que até não é de se estranhar, já que é o instrumental dos seus integrantes, mas a vida não inicia nem termina no direito, embora este regule todas estas fases, por isto, especialmente no que toca à busca de elementos que permitam definir os fatos necessários ao julgamento, o desafio de dialogar com outras áreas do conhecimento é real, contemporâneo e não podemos mais fingir que este não é um problema a ser enfrentado.
O momento impõe um permanente questionamento da “efetividade do Direito” e da concretização das “liberdades civis”. Sim, o direito fundamental à prova é um dos elementos de maior importância para o exercício da liberdade, aquele que se depara com um sistema probatório que lhe impede demonstrar os fatos que lhe garantem pleitear e, especialmente, obter um bem da vida, não tem liberdade, pois não só não frui o direito material que possui, como será vítima de um modelo que promete um acesso à Justiça que não concretiza, como ainda, por decisões erradas ainda reconhecem e garantem a fruição de um bem por alguém que não deveria estar nesta posição usualmente ainda o responsabilizando por isto, afirmando que “não se desincumbiu do ônus da prova”, um resultado muito conveniente para um Estado ineficiente e que terceiriza suas responsabilidades. Para o atingido, resta a imutabilidade da decisão injusta. O gosto amargo é perigoso e intolerável pela ruptura com o devido processo legal.
A presente coleção é mais uma iniciativa do Grupo de Pesquisa “Processo civil: tradições, transformações e perspectivas avançadas (TTPA)” idealizado, proposto e aprovado em todas as instâncias na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 2019, estando devidamente certificado junto ao CNPQ, com franca produção científica e integrado à ProcNet – Rede Mundial de Pesquisadores de Processo e que tenho a honra de liderar
Tags: Coleção Direito Probatório
Autores: Francisco Silveira de Aguiar Neto , Jessé Cenci , Lygia Helena Fonseca Bortoluci Miranda , Tiago Bitencourt de David , William Santos Ferreira
No direito processual é muito comum a solução de problemas vividos nos processos por meio de discussões monopolizadas pelo discurso exclusivamente jurídico, o que até não é de se estranhar, já que é o instrumental dos seus integrantes, mas a vida não inicia nem termina no direito, embora este regule todas estas fases, por isto, especialmente no que toca à busca de elementos que permitam definir os fatos necessários ao julgamento, o desafio de dialogar com outras áreas do conhecimento é real, contemporâneo e não podemos mais fingir que este não é um problema a ser enfrentado.
O momento impõe um permanente questionamento da “efetividade do Direito” e da concretização das “liberdades civis”. Sim, o direito fundamental à prova é um dos elementos de maior importância para o exercício da liberdade, aquele que se depara com um sistema probatório que lhe impede demonstrar os fatos que lhe garantem pleitear e, especialmente, obter um bem da vida, não tem liberdade, pois não só não frui o direito material que possui, como será vítima de um modelo que promete um acesso à Justiça que não concretiza, como ainda, por decisões erradas ainda reconhecem e garantem a fruição de um bem por alguém que não deveria estar nesta posição usualmente ainda o responsabilizando por isto, afirmando que “não se desincumbiu do ônus da prova”, um resultado muito conveniente para um Estado ineficiente e que terceiriza suas responsabilidades. Para o atingido, resta a imutabilidade da decisão injusta. O gosto amargo é perigoso e intolerável pela ruptura com o devido processo legal.
A presente coleção é mais uma iniciativa do Grupo de Pesquisa “Processo civil: tradições, transformações e perspectivas avançadas (TTPA)” idealizado, proposto e aprovado em todas as instâncias na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 2019, estando devidamente certificado junto ao CNPQ, com franca produção científica e integrado à ProcNet – Rede Mundial de Pesquisadores de Processo e que tenho a honra de liderar
| ISBN | |
| Dimensões | 23 x 15.5 x 5 |
| Tipo do Livro | Impresso |
| Páginas | |
| Edição | 1 |
| Idioma | Português |
| Editora | Editora Thoth |
| Publicação |
-
Francisco Silveira de Aguiar Neto [email protected]Mestre e Doutor (PUC-SP). Procurador do Estado de Rondônia. Graduado em Direito pela Universidade de Fortaleza. Pós-Graduado ‘lato sensu’ em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Membro do grupo de pesquisa Processo Civil: Tradições, transformações e perspectivas avançadas (TTPA) liderado pelo Professor Doutor William Santos Ferreira
Jessé Cenci[email protected]Mestre em Direito pela UFMT – Universidade Federal de Mato Grosso. Juiz do Trabalho. Desenvolve pesquisas nas áreas de processo do trabalho, teoria da prova, proteção de dados pessoais e inteligência artificial aplicada ao Direito.
Lygia Helena Fonseca Bortoluci Miranda[email protected]Lygia Helena Fonseca Bortoluci Miranda. Mestre em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/PUC-SP. Pósgraduada em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/PUC-SP. Graduada em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Membro do Grupo de Pesquisa em Processo Civil Tradições, Transformações e Perspectivas Avançadas (TTPA-PUC-SP). Advogada.
Tiago Bitencourt de David[email protected]Doutor em Direito (PUC-SP). Mestre em Direito (PUCRS). Especialista em Direito Processual Civil (UNIRITTER). Especialista em Contratos e Responsabilidade Civil (Verbo Jurídico). Pós-graduado em Direito Civil pela Universidad de Castilla-La Mancha (Toledo/Espanha). Bacharel em Filosofia (UNISUL). Juiz Federal na Terceira Região.
William Santos Ferreira[email protected]Advogado e Professor. Mestre e Doutor em Direito Processual Civil pela PUC/SP. Membro Efetivo do Instituto Iberoamericano de Derecho Procesal (IIDP), Vice-Diretor de Publicações do Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP), Membro do Conselho do Centro de Estudos Avançados de Processo (CEAPRO), Sócio Benemérito da Academia Brasileira de Direito Processual Civil (ABDPC). Coordenador da área de contencioso judicial e arbitral da Pós-graduação em Direito Imobiliário da PUC/SP. Professor concursado de Direito Processual Civil na Graduação, Especialização, Mestrado e Doutorado da PUC/SP. E-mail; [email protected], Lattes: http://lattes.cnpq.br/5513373440133954
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