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Parcialidade Judicial: Diálogos entre a Psicologia e o Direito

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O presente livro, guiado pelo estudo interdisciplinar das ciências do direito e psicologia, tem como objetivo verificar se a imparcialidade judicial, como dever constitucionalmente exigido e garantia fundamental do cidadão, é passível de concretização pelo Juiz, se considerar que, embora seja sujeito racional em constante construção, também é dotado de subjetividade e constantemente afetado por processos psíquicos conscientes e inconscientes sobre os quais não possui controle. Por se entender que a pesquisa científica como um pensar acerca dos problemas está relacionada a uma aproximação da realidade, buscou-se confrontar os dogmas estabelecidos pela ciência do direito com os consectários postos pela ciência da psicologia como forma de expor a falseação da teoria hoje existente. Inicialmente, adotando a linha garantista do direito, discorreu-se sobre a concepção jurídica de imparcialidade com destaque para as implicações de sua inobservância, situações de suspeição e impedimento, oportunidade em que se realizou breves considerações acerca da diferenciação doutrinária entre imparcialidade e neutralidade, finalizando com a observação de elementos garantidores. Sequencialmente, realizou-se uma abordagem do papel do Juiz como agente de poder, dando ênfase à decisão judicial e ao controle jurisdicional, seguindo com observações relativas ao malefício do ativismo judicial e às consequências negativas do abandono da legalidade.

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Autores: Adriana Regina Barcellos Pegini

O presente livro, guiado pelo estudo interdisciplinar das ciências do direito e psicologia, tem como objetivo verificar se a imparcialidade judicial, como dever constitucionalmente exigido e garantia fundamental do cidadão, é passível de concretização pelo Juiz, se considerar que, embora seja sujeito racional em constante construção, também é dotado de subjetividade e constantemente afetado por processos psíquicos conscientes e inconscientes sobre os quais não possui controle. Por se entender que a pesquisa científica como um pensar acerca dos problemas está relacionada a uma aproximação da realidade, buscou-se confrontar os dogmas estabelecidos pela ciência do direito com os consectários postos pela ciência da psicologia como forma de expor a falseação da teoria hoje existente. Inicialmente, adotando a linha garantista do direito, discorreu-se sobre a concepção jurídica de imparcialidade com destaque para as implicações de sua inobservância, situações de suspeição e impedimento, oportunidade em que se realizou breves considerações acerca da diferenciação doutrinária entre imparcialidade e neutralidade, finalizando com a observação de elementos garantidores. Sequencialmente, realizou-se uma abordagem do papel do Juiz como agente de poder, dando ênfase à decisão judicial e ao controle jurisdicional, seguindo com observações relativas ao malefício do ativismo judicial e às consequências negativas do abandono da legalidade.

SOBRE A AUTORA

AGRADECIMENTOS

APRESENTAÇÃO

PREFÁCIO 1

PREFÁCIO 2

INTRODUÇÃO


CAPÍTULO 1

IMPARCIALIDADE COMO EXIGÊNCIA NORMATIVA

1.1 Aspectos da imparcialidade: do ipedimento e suspeição

1.2 Da neutralidade e imparcialidade

1.3 Garantia do juiz natural como elemento intrínseco da imparcialidade

1.4 Garantia da Independência do juiz como elemento da imparcialidade

1.5 Garantia do “livre” convencimento motivado


CAPÍTULO 2

O JUIZ COMO AGENTE DE PODER NO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

2.1 Garantias do juiz

2.2 Os Deveres disciplinares do juiz

2.3 O protagonismo midiático e o dever de discrição do juiz


CAPÍTULO 3

DECISÃO JUDICIAL E O CONTROLE JURISDICIONAL

3.1 Ativismo judicial e o abandono da legalidade

3.2 Decisão judicial jurídica


CAPÍTULO 4

A FORMAÇÃO DO SUJEITO

4.1 O sujeito para o Direito

4.2 O sujeito para a Psicologia117

4.3 A dimensão subjetiva

4.4 O Inconsciente

4.5 Dimensão ideológica do sujeito na interpretação e aplicação do Direito


CAPÍTULO 5

O SURGIMENTO DA PSICOLOGIA

5.1 A Interface da Psicologia Com o Direito

5.2 O papel da Psicologia Jurídica


CAPÍTULO 6

O PROCESSO DECISÓRIO E OS FATORES EMOCIONAIS

6.1 O que são as emoções

6.2 O inconsciente e os fenômenos da transferência e contratransferência

6.3 A transferência

6.4 Contratransferência


CAPÍTULO 7

PERFIL CARACTEROLÓGICO E TRANSTORNO DE PERSONALIDADE COMO QUEBRA DE IMPARCIALIDADE

7.1 Transtorno de personalidade depressiva: uma realidade crescente

7.2 Transtorno de personalidade paranoide

7.3 Transtorno de personalidade antissocial: psicopatia


CAPÍTULO 8

SAÚDE MENTAL DOS MAGISTRADOS COMO FATOR DE PARCIALIDADE

8.1 Causas desencadeadoras de doenças psíquicas


CONSIDERAÇÕES FINAIS E REFLEXÕES PROPOSITIVAS

REFERÊNCIAS

POSFÁCIO 1

POSFÁCIO 2

ISBN 978-65-5113-218-6
Dimensões 23 x 15.5 x 1
Tipo do Livro Impresso
Páginas 258
Edição 1
Idioma Português
Editora Editora Thoth
Publicação setembro/2025
  1. Adriana Regina Barcellos Pegini
    Doutora em Psicologia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM); Mestre em Ciências Jurídicas pelo Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR); Graduada em Direito pelo Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR). Membro efetivo da Associação Brasileira de Direito Processual (ABDPro). Foi Presidente da Escola Superior da Advocacia, subseção de Maringá, PR. Professora de Filosofia do Direito na Faculdade Maringá. Autora e organizadora de obras jurídicas. Advogada.

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