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Principais inovações do novo código de processo civil – 2.ª edição

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Como já destacamos na apresentação da primeira edição, o livro foi idealizado pela comissão de processo civil da OAB de Londrina no ano de 2016. Reunimos artigos de diversos advogados e professores de Londrina e região, além de artigos de grandes nomes do processo civil no Brasil. O livro chega agora na sua segunda edição, agora pela Editora Thoth. O livro também estará disponível na versão e-book e liberado para acesso aos profissionais do direito. Desejamos para todos um boa leitura e que o livro possa ser útil nas pesquisas.
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Autores: Bruno Fuga , Patricia Ayub da Costa , Thiago Moreira de Souza Sabião , Tiago Brene

Como já destacamos na apresentação da primeira edição, o livro foi idealizado pela comissão de processo civil da OAB de Londrina no ano de 2016. Reunimos artigos de diversos advogados e professores de Londrina e região, além de artigos de grandes nomes do processo civil no Brasil.
O livro chega agora na sua segunda edição, agora pela Editora Thoth. O livro também estará disponível na versão e-book e liberado para acesso aos profissionais do direito. Desejamos para todos um boa leitura e que o livro possa ser útil nas pesquisas.

ORGANIZADORES
APRESENTAÇÃO 2.ª EDIÇÃO
APRESENTAÇÃO

CAPÍTULO 1
Luis Gustavo Liberato Tizzo
ASPECTOS PRINCIPIOLÓGICOS DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL: DO DIREITO PROCESSUAL FUNDAMENTAL
1 Da constitucionalização do processo
2 Do direito processual fundamental: o devido processo justo
2.1 Dos artigos 2º e 3º do CPC: direito à ação e o incentivo a solução consensual dos litígios
2.2 Dos artigos 4º, 5º, 6º e 12 do CPC: duração razoável do processo, boa-fé processual e cooperação
2.3 Dos artigos 7º, 9º e 10 do CPC: igualdade e contraditório
2.4 Dos artigos 8º e 11 do CPC: dignidade e publicidade
3 Da aplicação da norma processual
Referências

CAPÍTULO 2
Thiago Roberto Inácio Pereira
Tiago Brene
O NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL BRASILEIRO E A REVANCHE DA AUTONOMIA PRIVADA
Introdução
1 “Rastros” de um roteiro processual civil
1.1 Common law e civil law
1.2 Elementos metodológico-epistemológicos
1.2.1 Sincretismo
1.2.2 Processualismo
1.2.3 Instrumentalismo
1.2.4 Neoprocessualismo
1.3 Direito público e direito privado
1.4 Teoria do fato jurídico processual e teoria da norma jurídica
1.5 Elementos ideológicos
1.6 O equivocado paradigma do estado social
1.7 Neoconstitucionalismo e estado social
1.8 O instrumentalismo processual
2 Autonomia privada e direitos fundamentais
2.1 Direitos fundamentais e liberdade
2.2 Processo civil e autonomia privada
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 3
Thaís Amoroso Paschoal Lunardi
OITO PREMISSAS PARA UMA COMPREENSÃO GERAL DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL: AS BASES PARA A CONSTRUÇÃO DE UM PROCESSO VOLTADO À TUTELA ADEQUADA DOS DIREITOS
Introdução
1 Valorização das soluções consensuais de conflitos
2 Cooperação entre os sujeitos processuais
3 Contraditório estendido
4 Razoável duração do processo
5 Valorização do autorregramento da vontade
6 Simplificação do procedimento e aproveitamento dos atos processuais
7 Efetividade do processo
8 Uniformização das decisões judiciais
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 4
Amanda Lucia Guergolet
Dayane Gabriela Medeiros
O ACESSO A JUSTIÇA E A PRIMAZIA DO JULGAMENTO DE MÉRITO NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CÍVIL
Introdução
1 O acesso à justiça
2 Uma nova visão sobre o processo
3 Primazia do julgamento de mérito
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 5
Patricia Ayub da Costa
AUDIÊNCIA DE CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL: VAI PEGAR?
1 O cenário do poder judiciário e a salvação do NCPC
2 Seja bem vindo ao sistema multiportas!
3 Audiências de conciliação e mediação do Art. 334 do NCPC: opcional, quase obrigatória ou obrigatória?
4 O futuro da audiência preliminar: a quem pertence?
Referências

CAPÍTULO 6
Jéssica Martins Escapelato Magalhães
Fernando José Lafani Nogueira Ricciardi
O FORTALECIMENTO E VALORIZAÇÃO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS COM O ADVENTO DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
1 Apontamentos sobre as principais mudanças trazidas pelo novo código
2 Demais artigos do NCPC que tratam de honorários advocatícios
Referências

CAPÍTULO 7
Jônatas Luiz Moreira de Paula
INTERVENÇÃO DE TERCEIROS
1 Noção
2 Assistência
2.1 Introdução
2.2 Procedimento
2.3 Poderes processuais
3 A manifesta ilegitimidade passiva em substituição a nomeação à autoria prevista no CPC revogado
4 Denunciação à lide
4.1 Noção
4.2 Procedimento
5 Chamamento ao processo
5.1 Introdução
5.2 Procedimento
6 Amicus curiae
Referências

CAPÍTULO 8
Fábio Ricardo Rodrigues Brasilino
Thiago Ribeiro de Carvalho
Fábio Enrique Gonçalves
INTERVENÇÃO DE TERCEIROS: O INCIDENTE DE DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL BRASILEIRO (LEI N. 13.105/2015)
Introdução
1 Autonomia e pessoa jurídica
2 A desconsideração da personalidade como exceção aos efeitos da personalização
3 A desconsideração inversa da personalidade jurídica
4 A desconsideração da personalidade jurídica no NCPC
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 9
Fernando José Lafani Nogueira Ricciardi
Jéssica Martins Escapelato Magalhães
MEIOS DE DEFESA DO RÉU NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
1 Resposta e defesa
2 Classificação doutrinária das espécies de defesa
2.1 Defesas processuais
2.1.1 Defesas processuais peremptórias
2.1.2 Defesas processuais dilatórias
2.2 Defesas de mérito
3 Espécies de defesas do réu
3.1 Contestação
3.1.1 Prazo
3.1.2 Concentração das matérias de defesa na contestação
3.2 Reconvenção
3.3 Revelia
Referências

CAPÍTULO 10
Thaís Aranda Barrozo
O CALENDÁRIO PROCESSUAL NO DIREITO FRANCÊS E NO ITALIANO: REFLEXOS NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
Introdução
1 O calendário processual no direito francês
1.1 Contratualização e gerenciamento do tempo processual
1.2 O juiz de La Mise en État
1.3 O calendário processual
2 O calendário processual no direito italiano
2.1 A gestão do tempo processual e o calendário do art. 81 bis disp. att. C.P.C.
2.2 Calendário processual e adaptabilidade do procedimento à lide
2.3 Calendário processual: poder ou dever do julgador?
3 Reflexos do direito francês e italiano no calendário processual do novo código de processo civil
3.1 A adaptabilidade procedimental e os acordos de procedimento no novo código de processo civil
3.2 O calendário processual no novo código de processo civil
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 11
Flávio Luiz Yarshell
CONSIDERAÇÕES SOBRE O INSTITUTO DA TUTELA PROVISÓRIA (CAUTELAR E ANTECIPADA) NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
Introdução
1 O alcance temporal da tutela provisória
2 O caráter atípico da tutela provisória
3 A efetivação da tutela provisória
4 A exigência de motivação e os fundamentos autorizadores da concessão da tutela provisória
5 Análise da competência: tutela requerida em caráter antecedente ou incidental
6 A tutela provisória antecipada de urgência requerida em caráter antecedente
7 A tutela provisória cautelar requerida em caráter antecedente
8 Segue: enfim as regras sobre competência
9 Segue: a regra do § único do Art. 299

CAPÍTULO 12
Leiziane Negrão
DOS NEGÓCIOS JURÍDICOS PROCESSUAIS SEGUNDO O CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL DE 2015
Introdução
1 Dos negócios jurídicos processuais
1.1 Conceito
1.2 Generalidades
1.3 Requisitos de validade dos negócios jurídicos processuais
1.4 Negócios jurídicos processuais e o código de processo civil de 1973
1.5 Dos negócios jurídicos processuais segundo o código de processo civil de 2015
1.6 Negócios jurídicos processuais em espécie
1.6.1 Redução de prazos peremptórios
1.6.2 Dilação de prazos e alteração dos procedimentos
1.6.3 Calendário processual
1.6.4 Escolha consensual do perito
1.6.5 Realização de audiência de saneamento e organização em cooperação com as partes
1.6.6 Acordo de saneamento
1.6.7 Desistência de documento cuja falsidade foi arguida
1.7 Cláusula geral de negociação processual
1.8 Limites aos negócios jurídicos processuais
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 13
Bruno Augusto Sampaio Fuga
O ÔNUS DA PROVA E A CARGA DINÂMICA DAS PROVAS NO CPC/2015
Introdução
1 Carga dinâmica das provas – Art. 373, §1º do CPC/2015
2 Inversão do ônus da prova e carga dinâmica da prova
3 As despesas inerentes à prova
Referências

CAPÍTULO 14
Dayane Alves do Couto
CONVENÇÃO SOBRE O ÔNUS DA PROVA
Introdução
1 Regras sobre o ônus da prova no código de processo civil de 1973 face as alterações promovidas no códex 2015
2 Conceito e limites sobre a conversão do ônus da prova
3 Limitações sobre a convenção sobre o ônus da prova
Referências

CAPÍTULO 15
Jônatas Luiz Moreira de Paula
ESPÉCIES DE PROVAS
1 Presunção
1.1 Noção
1.2 Espécies de presunção
2 Prova emprestada
2.1 Noção
2.2 A prova emprestada antes e com o novo CPC
3 Ata notarial
4 Depoimento pessoal e interrogatório
4.1 Noções e objetivos do depoimento pessoal e do interrogatório
4.2 A produção probatória do depoimento das partes
4.3 A produção probatória do interrogatório
5 Confissão
5.1 Noção
5.2 Elementos e requisitos
5.3 Espécies
5.4 Eficácia probatória
5.5 Invalidação da confissão
6 Prova documental
6.1 Noção de documento
6.2 Produção da prova documental
6.2.1 Exibição de documento ou coisa
6.2.2 Requisições judiciais
6.3 Eficácia da prova documental
6.4 Autenticidade e falsidade da prova documental
6.4.1 Arguição de falsidade do documento
7 Prova testemunhal
7.1 Noção de prova testemunhal e de testemunha
7.2 Produção da prova testemunhal
7.3 Eficácia da prova testemunhal
8 Prova pericial
8.1 Noção de prova pericial e de perito
8.2 Produção da prova pericial
8.3 Realização da perícia
9 Inspeção judicial
9.1 Noção
9.2 Produção probatória da inspeção judicial
9.3 Eficácia probatória da inspeção judicial
10 Da audiência de instrução
10.1 Noção
10.2 Efeitos processuais da audiência de instrução
10.3 Da ordem na produção das provas orais
10.3.1 Regra geral
10.3.2 Exceção a regra geral
10.3 Alegações finais
10.3.1 Noção
10.3.2 Efeitos processuais
10.3.3 Conteúdo das alegações finais
10.3.4 Prazos para a elaboração das alegações finais
11 Da produção antecipada de provas
11.1 Noção
11.2 Procedimento
Referências

CAPÍTULO 16
Paulo Osternack Amaral
PROVA EMPRESTADA NO PROCESSO CIVIL
1 A tipificação de meios probatórios atípicos
2 Prova emprestada
2.1 Prova produzida em juízo incompetente
2.2 Prova produzida em processo anulado ou extinto sem enfrentamento do mérito
2.3 Prova produzida em processo que tramita no exterior
2.4 Prova produzida em processo administrativo
2.5 Prova colhida no inquérito civil
2.6 Prova produzida em processo arbitral
2.7 Prova produzida no processo penal
2.8 Especificamente o empréstimo de interceptação telefônica
2.9 Prova considerada ilícita no processo de origem
2.10 Empréstimo de prova por versar sobre questão fática repetitiva
2.11 “Empréstimo” de prova documental questionada em processo anterior
2.12 Prova irregularmente produzida no processo anterior
2.13 Prova irrepetível colhida sem garantias
2.14 Confissão realizada em outro processo
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 17
Camila Nayara de Souza
Gabriel Carmona Baptista
A FUNDAMENTAÇÃO DA DECISÃO JUDICIAL E O ART. 489 DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
Introdução
1 Dever de fundamentação da decisão judicial
2 Regras gerais sobre a fundamentação do art. 489, do CPC/2015
3 A relevância dos precedentes judiciais na fundamentação da decisão judicial
4 A aplicação da técnica da ponderação na fundamentação da decisão judicial (art. 489, §2º, CPC/2015)
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 18
Thiago Caversan Antunes
COISA JULGADA
Considerações iniciais
1 Coisa julgada formal e material
2 Limites objetivos e subjetivos
3 Meios de impugnação
4 Relativização
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 19
Fábio Nascimento Paleari
Teoria geral dos recursos. Principais inovações das disposições gerais dos recursos no novo código de processo civil
Introdução
1 Breves considerações preliminares
2 Espécies recursais
3 Eficácia imediata das decisões e efeito suspensivo dos recursos
4 Legitimidade recursal
5 Interesse recursal
6 Sucumbência recíproca e recurso adesivo
7 Desistência do recurso
8 Prazos recursais
9 Preparo
10 Honorários de sucumbência recursal
Referências

CAPÍTULO 20
Eduardo Talamini
REMESSA NECESSÁRIA (REEXAME NECESSÁRIO)
1 Noções gerais
2 Denominação
3 Natureza jurídica
4 Hipóteses de cabimento
4.1 Sentenças contrárias à fazenda pública
4.2 Sentenças de mérito
4.3 Exceções
5 A inexistência de recurso – O conhecimento e a extensão do recurso
6 Não cabimento nos juizados especiais
7 O Reexame necessário na ação monitória
8 Duas hipóteses ainda controvertidas quanto ao cabimento da remessa necessária
9 Ações de competência originária dos tribunais: ausência de reexame
10 Previsões de remessa necessária em leis esparsas
11 Processamento
12 A vedação da reforma para pior
13 Direito intertemporal
Referências

CAPÍTULO 21
Heloisa Belebecha Achôa
RECURSO DE APELAÇÃO NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL: ALTERAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA INTERPOSIÇÃO DO RECURSO SOB A ÉGIDE DA NOVA LEI
Introdução
1 Do cabimento e da interposição do recurso de apelação
2 Do juízo de admissibilidade da apelação. Realização apenas no juízo ad quem
3 Do recebimento do recurso. Hipóteses de decisão monocrática pelo relator
4 Do efeito suspensivo
5 Do efeito devolutivo
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 22
Camila Fonseca Rupp Giorgiani
EMBARGOS DE DECLARAÇÃO E AS ALTERAÇÕES NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
Introdução
Quadro comparativo entre o antigo e o novo código de processo civil
Referências

CAPÍTULO 23
Karla Saory Moriya Nidahara
AGRAVO DE INSTRUMENTO E AGRAVO INTERNO NO CPC/2015
Introdução
1 Conceito de decisão interlocutória
2 Breve comparação do regime do agravo no código de 1973 e no código de 2015
3 Hipóteses taxativas do agravo de instrumento no NCPC
4 Possibilidade de recorribilidade de imediato das decisões interlocutórias não previstas nos incisos do art. 1.015 do CPC/2015
5 Procedimento do agravo de instrumento
6 O agravo interno
Referências

CAPÍTULO 24
Luiz Guilherme Marinoni
O “PROBLEMA” DO INCIDENTE DE RESOLUÇÃO DE DEMANDAS REPETITIVAS
Introdução
1 Incidente de resolução de demandas repetitivas
1.1 Meio processual para resolução de litígios de que derivam casos em massa e sistema de precedentes das cortes supremas: decisão erga omnes e precedente
1.2 Coisa julgada sobre questão
1.3 Non-mutual collateral estoppel. A possibilidade de o terceiro alegar a proibição de rediscutir a questão já decidida no direito estadunidense
1.4 Violação do direito constitucional de participar em contraditório
1.5. Solução para a preservação da técnica processual
2 Recursos extraordinário e especial repetitivos
2.1 Compreensão dos recursos extraordinário e especial repetitivos enquanto meios que viabilizam a elaboração de precedentes
2.2 Direito ao recurso especial e necessidade de enfatizar o contraditório
2.3 Participação dos legitimados e do ministério público federal e compensação da não participação dos recorrentes
Considerações finais
Referências

CAPÍTULO 25
Alex de Siqueira Butzke
RECURSO ESPECIAL E RECURSO EXTRAORDINÁRIO: BREVES NOTAS SOBRE AS ALTERAÇÕES PROMOVIDAS PELO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
Introdução
1 Recurso especial e recurso extraordinário
2 Recursos extraordinário e especial repetitivos
Referências

ISBN 978-85-94116-46-8
Dimensões 23 x 15.5 x 2.5
Tipo do Livro Impresso
Páginas 560
Edição
Idioma Português
Editora Editora Thoth
Publicação Fevereiro/2019
  1. Advogado e Professor. Doutor em Direito Processual Civil pela PUC/SP (2020). Pós-doutor pela USP. Mestre em Direito pela UEL (linha de Processo Civil). Pós-graduado em Processo Civil (2009). Pós-graduado em Filosofia Jurídica e Política pela UEL (2011). Membro titular efetivo da Academia de Letras de Londrina. Foi coordenador e fundador da Comissão de Processo Civil da OAB/Londrina. É Coordenador da Comissão de Processo Constitucional da OAB/Londrina. Foi coordenador da pós-graduação em Processo Civil do IDCC Londrina (2018/2022). É professor de pós-graduação na PUC/PR, Escolha da Magistratura do Espírito Santo, Toledo, UNINTER, ABDConst, Escola Superior da Magistratura Catarinense (ESMESC) e Damásio. É membro do IBPD, IAP e IPDP. Conselheiro da OAB Londrina/PR. Editor chefe da Editora Thoth. E-mail brunofuga@brunofuga.adv.br
  2. Patricia Ayub da Costapatricia.ayub@uel.br
    Doutora em Direito Internacional pela USP, Mestre em Direito Negocial pela UEL, Professora na graduação, pós-graduação lato sensu e stricto sensu em Direito da UEL, coordenadora do curso de Especialização em Direito do Estado da UEL, vice-coordenadora do Programa de Mestrado e Doutorado em Direito Negocial da UEL, coach da equipe de arbitragem da UEL – ArbUEL, membro da Comissão de Mediação e Arbitragem da OAB Londrina, palestrante e advogada. E-mail: patricia.ayub@uel.br.
  3. Thiago Moreira de Souza Sabião
    Mestre em Direito Negocial pela Universidade Estadual de Londrina (UEL/PR). Especialista em Direito Empresarial pela Universidade Estadual de Londrina (UEL/PR) e em Direito Tributário pela Universidade Anhanguera-UNIDERP. Advogado.
  4. Mestre em Direito Negocial e Especialista em Direito do Estado com ênfase em Direito Constitucional, ambos pela Universidade Estadual de Londrina –UEL. Cursou licenciatura em Filosofia igualmente pela UEL. Advogado inscrito na OAB perante a Seccional do Paraná. Professor e Palestrante nas áreas de Direito e Filosofia do Direito. Pai do Pedro e do Natan.

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