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Interpretação e Processo Constitucional: Estudos sobre a Efetivação Contemporânea de Direitos Fundamentais

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“O processo constitucional nunca esteve em tanta evidência. Já faz bastante tempo que se demonstrou o equívoco entre instrumentalidade do processo e neutralidade do processo em relação ao direito substancial. A elaboração teórica da categoria das tutelas do direito material deu origem a uma série de contribuições baseadas na importância de o processo responder às necessidades das variadas situações de direito substancial e dos diferentes casos concretos. Assim, preservando a importância do desenvolvimento de uma teoria do processo, a doutrina assimilou a impossibilidade de tratar dos processos civil, penal e trabalhista como se fossem uma coisa só. O processo constitucional, no entanto, por dizer respeito a um espaço mais limitado da realidade judiciária, demorou um pouco mais de tempo para assumir plena autonomia. Contudo, hoje ninguém mais imagina poder analisar os institutos processuais relacionados à tutela da Constituição à luz dos conceitos válidos para o processo civil. Quando isso ocorria, o direito processual sempre perdia e o processo muitas vezes acaba sendo obrigado a não responder devidamente ao direito constitucional.

(...)

Tudo isso evidencia a razão pela qual o processo constitucional exige recorte e análise particulares. Daí também a oportunidade da presente coletânea, coordenada pelos ilustres professores Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho e Daniel Octávio Silva Marinho, sob o sugestivo título “Interpretação e Processo Constitucional - Estudos sobre a efetivação contemporânea de direitos fundamentais”. No momento em que as decisões constitucionais assumem grande relevo para a sociedade, e o Parlamento se prepara para editar legislação unificadora do processo constitucional ou um Código de Processo Constitucional – algo formidável para um Estado Democrático de Direito –, a reunião de interessantes e aprofundados estudos sobre vários temas de direito processual constitucional é alvissareira. Estão de parabéns os estimados coordenadores, aqueles que escreveram os textos que dão composição à coletânea e a Editora Thoth pela importante publicação”.

Do prefácio 

Luiz Guilherme Marinoni

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Autores: Bruno Fuga , Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho , Daniel Octávio Silva Marinho

“O processo constitucional nunca esteve em tanta evidência. Já faz bastante tempo que se demonstrou o equívoco entre instrumentalidade do processo e neutralidade do processo em relação ao direito substancial. A elaboração teórica da categoria das tutelas do direito material deu origem a uma série de contribuições baseadas na importância de o processo responder às necessidades das variadas situações de direito substancial e dos diferentes casos concretos. Assim, preservando a importância do desenvolvimento de uma teoria do processo, a doutrina assimilou a impossibilidade de tratar dos processos civil, penal e trabalhista como se fossem uma coisa só. O processo constitucional, no entanto, por dizer respeito a um espaço mais limitado da realidade judiciária, demorou um pouco mais de tempo para assumir plena autonomia. Contudo, hoje ninguém mais imagina poder analisar os institutos processuais relacionados à tutela da Constituição à luz dos conceitos válidos para o processo civil. Quando isso ocorria, o direito processual sempre perdia e o processo muitas vezes acaba sendo obrigado a não responder devidamente ao direito constitucional.

(...)

Tudo isso evidencia a razão pela qual o processo constitucional exige recorte e análise particulares. Daí também a oportunidade da presente coletânea, coordenada pelos ilustres professores Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho e Daniel Octávio Silva Marinho, sob o sugestivo título “Interpretação e Processo Constitucional - Estudos sobre a efetivação contemporânea de direitos fundamentais”. No momento em que as decisões constitucionais assumem grande relevo para a sociedade, e o Parlamento se prepara para editar legislação unificadora do processo constitucional ou um Código de Processo Constitucional – algo formidável para um Estado Democrático de Direito –, a reunião de interessantes e aprofundados estudos sobre vários temas de direito processual constitucional é alvissareira. Estão de parabéns os estimados coordenadores, aqueles que escreveram os textos que dão composição à coletânea e a Editora Thoth pela importante publicação”.

Do prefácio 

Luiz Guilherme Marinoni

ORGANIZADORES

AUTORES

APRESENTAÇÃO

PREFÁCIO


CAPÍTULO 1

Ana Paula Camilo

Elias Marques de Medeiros Neto

A NECESSIDADE DA APLICAÇÃO DA TÉCNICA PREVISTA NO ART. 942 DO CPC/15 NA JUSTIÇA DO TRABALHO

Introdução

1 Princípios constitucionais e processuais

2 O intuito do legislador na criação do Código de Processo Civil de 2015 – No que se relaciona ao atendimento dos princípios processuais e constitucionais

3 Relação entre o CPC e a CLT

4 Alcance e objetivos da técnica de julgamento prevista no artigo 942 do CPC

5 A aplicação do artigo 942 do CPC no processo do trabalho

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 2

Antônio Pereira Gaio Júnior

RECLAMAÇÃO COMO INSTRUMENTO PROCESSUAL CONSTITUCIONAL NO CONTROLE DA ATUAÇÃO JUDICANTE DOS TRIBUNAIS E SEU LUGAR NO CPC/2015

Nota introdutória

1 Estado, atividade judicante e a preservação da competência e dos julgados

2 A reclamação

2.1 Noção conceitual

2.2 Breve historicidade

2.3 Natureza jurídica

2.4 Legitimidade

3 Reclamação e a preservação da competência constitucional dos Tribunais Superiores – STF e STJ

4 Reclamação e a garantia da autoridade das decisões dos Tribunais Superiores – STF e STJ

5 A reclamação no CPC/2015

6 O procedimento da reclamação no CPC/2015

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 3

Bernardo Silva De Seixas

Cyntia Costa de Lima

A SUPRESSÃO DE OMISSÃO INCONSTITUCIONAL POR MEIO DE INTERPRETAÇÃO CONSTITUCIONAL: A ADO 26 E O MI 4.733

Introdução

1 A jurisdição constitucional, a decisão judicial e a interpretação constitucional

2 A ADO 26 e o MI 4.733

3 A decisão judicial como instrumento de efetivação de direitos fundamentais mediante a aplicação dos métodos interpretativos constitucionais

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 4

Bruno Augusto Sampaio Fuga

COISA JULGADA E A DECISÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE (ARTS. 525, §12 AO §15 DO CPC/2015). ANÁLISE DE LEADING CASES E DO QUE FOI DITO POR CORTES SUPERIORES

Introdução

1 Os dispositivos legais

2 Súmula nº 343 do STF

3 Súmula nº 400 do STF

4 Recurso extraordinário nº 590.809 /RS

5 AR 2370 AgR/CE que interpretou o RE nº 590.809

6 Afastamento da súmula nº 343 do STF por matéria constitucional

7 Não afastamento da súmula nº 343 do STF mesmo em matéria constitucional

8 Fundamentos determinantes das decisões, art. 525, §15 e art. 966, V e §5

9 A necessária análise de modulação dos efeitos, art. 525, §13

Considerações finais


CAPÍTULO 5

Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho

A EFICÁCIA DA DECISÃO QUE JULGA PROCEDENTE AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE POR OMISSÃO (ADO): ANÁLISE À LUZ DA JURISPRUDÊNCIA DO STF

Introdução

1 Inconstitucionalidade por omissão: definição e espécies

2 A ação direta de inconstitucionalidade por omissão (ADO)

3 A eficácia da decisão que julga procedente a ADO

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 6

Carolina Nobre Castello Branco

A AUTOCONTENÇÃO DA JURISDIÇÃO CONSTITUCIONAL NO CONTROLE DOS ATOS DO PODER EXECUTIVO

Introdução

1 As bases da jurisdição constitucional

2 Do federalismo à brasileira ao sistema híbrido controle de constitucionalidade brasileiro

3 A singularidade da jurisdição constitucional brasileira 

4 Entre a inafastabilidade da jurisdição e a autocontenção

5 A autocontenção como estratégia para preservação das políticas públicas

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 7

Daniel Octávio Silva Marinho

Ellen Carolina Lima Colares

ATIVISMO JUDICIAL E EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS: BREVES CRÍTICAS AO USO DO ATIVISMO COMO INSTRUMENTO DE EFETIVAÇÃO DE DIREITOS FUNDAMENTAIS NO BRASIL

Introdução

1 A efetivação dos direitos fundamentais no Brasil

1.1 Um retrospecto histórico necessário sobre direitos fundamentais

1.2 A efetivação dos direitos fundamentais no Brasil pós 1988

1.3 O Estado democrático de direito 

2 Considerações iniciais sobre o ativismo judicial

2.1 Ativismo judicial: um conceito em construção

3 Ativismo judicial: a relação entre efetivação dos direitos fundamentais e o estado democrático de direito

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 8

Fábio Tavares Amorim

O CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE NAS CONSTITUIÇÕES BRASILEIRAS: A EFETIVIDADE DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Introdução

1 O fortalecimento da Jurisdição Constitucional: causas legislativas que culminaram com a hipertrofia do Poder Judiciário

1.1 Da composição, funcionamento e estrutura do Supremo Tribunal Federal

1.2 Dos instrumentos de atuação do Poder Judiciário: o controle de constitucionalidade no Brasil

1.2.1 O Controle de Constitucionalidade nas Constituições brasileiras antes de 1988

1.2.1.1 Da Constituição do Império de 1824

1.2.1.2 A Constituição da República de 1981

1.2.1.3 Constituição Federal de 1934: a incorporação da regra do Full Bench e o controle em abstrato

1.2.1.4 A Constituição Promulgada de 1937 e a cláusula do não obstante 

1.2.1.5 A Constituição de 1946

1.2.1.6 A Constituição de 1967 e a EC n° 1 de 1969

1.2.1.7 A Emenda n° 7 de 1977 à Constituição de 1967

2 A complexa estrutura normativa do controle de constitucionalidade na Constituição Federal de 1988

2.1 A ampliação do rol de legitimados a realizar o controle concentrado na redação originária da Constituição Federal de 1988

2.2 A criação da Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO)200

2.3 A Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF)

2.4 A Emenda n° 3 de 1993 à Constituição de 1988

2.5 A Emenda n° 45 de 2004 à Constituição de 1988: a reforma do Poder Judiciário

2.5.1 A criação da Súmula Vinculante: a possibilidade de editar genérico e abstrato com eficácia erga omnes e efeito vinculante

2.6 A Lei n. 9.868/99 e a disciplina do processamento das ações de constitucionalidade

3 O controle de constitucionalidade e os direitos fundamentais: a questão da legitimidade da Jurisdição Constitucional e a dificuldade contramajoritária

3.1 A posição de garantidor da Jurisdição Constitucional brasileira: a efetividade e a exigibilidade dos direitos fundamentais

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 9

Felipe Augusto Fonseca Vianna

CONSTITUIÇÕES E LINGUAGEM NORMATIVO-CONSTITUCIONAL: A INTERPRETAÇÃO DOS CONCEITOS JURÍDICOS VAGOS COMO TÉCNICA DE CONCRETIZAÇÃO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS

Introdução

1 Linguagem normativo-constitucional

2 A interpretação dos conceitos jurídicos vagos 

2.1 Originalismo

2.2 Des-integração

2.3 Hiper-integração

2.4 Os postulados tácitos e os direitos não enumerados

2.5 Interpretação como técnica de concretização dos direitos fundamentais

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 10

Flávia Pereira Hill

ACESSO À JUSTIÇA E DESJUDICIALIZAÇÃO: PELA CONCEPÇÃO DE UM DEVIDO PROCESSO LEGAL EXTRAJUDICIAL

Introdução. Contexto histórico. O século XX e seus contornos. Acesso à justiça enquanto sinônimo de acesso ao Judiciário

1 O século XXI e seus contornos. Convergência entre três fenômenos: Hiperjudicialização, ampla difusão de informações e reorganização do sistema de justiça

2 A desjudicialização

3 Do acesso ao Judiciário regressando ao acesso à justiça. O novo conceito de jurisdição na contemporaneidade

4 Devido processo legal extrajudicial. Imparcialidade e independência dos agentes competentes. Controle externo. Publicidade. Procedimento previsto em lei. Contraditório

5 Crescimento do “grupo de trabalho” (Arbeitsgemeinschaft) no sistema de justiça e necessidade de desenvolvimento do “triplo C”: cooperação, complementaridade e coordenação

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 11

Gisele Mazzoni Welsch

A TUTELA COLETIVA EM TEMPOS DE PANDEMIA

Introdução

1 A tutela coletiva no ordenamento jurídico brasileiro

2 Mandado de segurança coletivo em tempos de pandemia de COVID-19

3 Ação civil pública em tempos de pandemia de COVID-19

4 Ação popular em tempos de pandemia de COVID-19

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 12

Gustavo Osna

A INTERPRETAÇÃO JURÍDICA E A MÁXIMA EFETIVIDADE DO PROCESSO COLETIVO: BREVES CONSIDERAÇÕES

Introdução

1 Intepretação, tutela coletiva e efetividade: um diálogo necessário 

1.1 O Direito e a inevitabilidade da interpretação 

1.2 A tutela coletiva e as suas virtudes 

1.3 A interpretação no campo da tutela coletiva e o postulado da efetividad

Considerações finais 

Referências


CAPÍTULO 13

Hisashi Toyoda

UMA ANÁLISE DA MODULAÇÃO DOS EFEITOS DA DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA: O JULGAMENTO DO LEADING CASE RECURSO EXTRAORDINÁRIO N.º 593.849/MG

Introdução

1 O instituto da modulação de efeitos da declaração de inconstitucionalidade: considerações gerais 

2 Aplicação do instituto da modulação no julgamento do RE nº 593.849/MG e da ADI no 2.777 pelo STF

3 Da necessidade de uma análise axiológica das decisões tratando da modulação de efeitos de declaração de inconstitucionalidade de normas tributárias

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 14

José Henrique Mouta Araújo

A RECLAMAÇÃO CONSTITUCIONAL E ALGUNS ASPECTOS FORMAIS – PONDERAÇÕES NECESSÁRIAS

1 Natureza jurídica da reclamação e sua utilização no STF347

2 Momento de apresentação de reclamação visando o atendimento à precedente obrigatório – divergência interpretativa. Observações ao entendimento do STJ

3 Outros requisitos formais para utilização da reclamação visando atender padrão decisório advindo de RERG: suporte fático e pertinência temática

Referências


CAPÍTULO 15

Luiz Henrique Krassuski Fortes

DIREITO PROCESSUAL CONSTITUCIONAL E RACIONALIDADE: RACIOCÍNIO JURÍDICO, INTERPRETAÇÃO E A ALGUNS APORTES TEÓRICOS CONCLUSIVOS A PARTIR DE JERZY WRÓBLEWSKI

Nota Introdutória

1 Três sentidos de raciocínio jurídico

2 O problema da interpretação 

3 Reflexões conclusivas a partir de Wróblewski: processo, decisão e interpretações operativas

Referências


CAPÍTULO 16

Marco Aurélio de Lima Choy

LEI DA FICHA LIMPA E O CONTROLE DE CONVENCIONALIDADE: UMA REVISITA À ANÁLISE DE CONSTITUCIONALIDADE DA LEI COMPLEMENTAR Nº 135/2010

Introdução

1 Inelegibilidade no ordenamento internacional

2 Controle de convencionalidade na Lei da Ficha Limpa

3 Filiação partidária e o Pacto San José da Costa Rica

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 17

Marco Félix Jobim

A JURISDIÇÃO ANTES E DEPOIS DE BROWN V. BOARD OF EDUCATION (I E II): DA DISPUTE RESOLUTION À STRUCTURAL LITIGATION

Introdução

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 18

Olavo Augusto Vianna Alves Ferreira

Carlos Eduardo Montes Netto

Danilo Henrique Nunes

A APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE COMO LIMITE À ATUAÇÃO DO LEGISLADOR NA RESTRIÇÃO DE DIREITOS FUNDAMENTAIS

Introdução

1 Direitos fundamentais

2 Reconhecimento da força normativa da Constituição

3 Possibilidade de restrição dos direitos fundamentais pelo legislador

4 Limites impostos ao legislador na restrição de direitos fundamentais (“limites dos limites”)

4.1 O princípio da proteção do núcleo essencial428

4.2 O princípio da proporcionalidade como proibição de excesso (Übermassverbot) 

4.3 O princípio da proporcionalidade como proibição da proteção insuficiente (Untermassverbot)

4.4 Proibição de restrições casuísticas

4.5 A colisão dos direitos fundamentais

4.6 A concorrência de direitos fundamentais

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 19

Rafael Caselli Pereira

Filipe Tavares da Silva

ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL (ADPF) COMO INSTRUMENTO DE GARANTIA DA PRESERVAÇÃO E EXERCÍCIO DE DIREITOS FUNDAMENTAIS

Introdução

1 Origem, fundamento e função

2 A ideia de preceito fundamental

3 Cabimento: caráter residual e/ou subsidiário

4 Extensão e limites da ADPF: a visão do Supremo Tribunal Federal

5 A interpretação e aplicação das normas jurídicas no âmbito de proteção de preceitos fundamentais 

6 O papel da ADPF (e do Supremo Tribunal Federal) em tempos de crise

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 20

Rafael da Silva Menezes

ACESSIBILIDADE DEMOCRÁTICA E O AMICUS CURIAE NO PROCESSO CIVIL BRASILEIRO: ESPERANÇA OU DESALENTO?

Introdução

1 A previsão normativa do amicus curiae no novo Código de Processo Civil (Lei n.o 13.105, de 13 de março de 2015)

2 Quem pode atuar como amicus curiae?

3 De que forma se dará a atuação do amicus curiae?

4 As pretensões argumentativas do amicus curiae no Supremo Tribunal Federal

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 21

Rafael de Souza Medeiros

A INTERPRETAÇÃO NO DIREITO TRIBUTÁRIO A PARTIR DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS

Introdução

1 Interpretação no Direito

1.1 A dupla indeterminação

1.2 Conceitos mínimos

2 Estrutura normativa do Direito Tributário na Constituição

2.1 Regras de competência

2.2 Direitos fundamentais

3 Eficácia dos direitos fundamentais no Direito Tributário

3.1 Direta

3.2 Indireta

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 22

Ricardo Alexandre da Silva

LIBERDADE, INTERPRETAÇÃO, RULE OF LAW E ATIVISMO

Introdução

1 Liberdade

1.1 Liberdade negativa e liberdade positiva

1.2 Segurança jurídica

2 Interpretação e Direito

2.1 Três teorias de interpretação

2.2 Métodos de aplicação

3 Ativismo

3.1 Consequencialismo

3.2 Emotivismo

3.3 Populismo

3.4 Idealismo

4 Rule of Law, aplicação do direito e respeito à liberdade

Considerações finais: Ministros do STF não podem interpretar como Humpty Dumpty

Referências


CAPÍTULO 23

Trícia Navarro Xavier Cabral

A CONSTITUCIONALIZAÇÃO DO PROCESSO CIVIL

Introdução

1 A ordem constitucional e processual

2 O processo contemporâneo

3 Elementos da ordem processual

Considerações finais

Referências


CAPÍTULO 24

William Soares Pugliese

O PAPEL DA JURISPRUDÊNCIA NA EFETIVAÇÃO DA IGUALDADE E DA SEGURANÇA JURÍDICA

Introdução

1 Direito à igualdade e à segurança jurídica

2 A jurisprudência e seus princípios

Considerações finais: jurisprudência, igualdade e segurança jurídica

Referências

ISBN 978-65-5959-313-2
Dimensões 23 x 15.5 x 7
Tipo do Livro Impresso
Páginas 578
Edição 1
Idioma Português
Editora Editora Thoth
Publicação Junho/2022
  1. Advogado e Professor. Doutor em Direito Processual Civil pela PUC/SP (2020).Pós-doutor pela USP. Mestre em Direito pela UEL (linha de Processo Civil). Pós-graduado em Processo Civil pelo IDCC (2009).Pós-graduado em Filosofia Jurídica e Política pela UEL (2011). Foi Coordenador e fundador da Comissão de Processo Civil da OAB/Londrina. É o atual Vice-Presidente da Comissão de Processo Civil da OAB/PR (2025). Membro Consultor da Comissão Especial do Código de Processo Civil da OAB em Brasília. Membro titular efetivo, cadeira n. 32, da Academia de Letras de Londrina. Foi coordenador da pós-graduação em Processo Civil do IDCC Londrina (2018/2022). É membro do IBPD (Instituto Brasileiro de Processo Civil). Foi Conselheiro da OAB Londrina/PR. Editor chefe da Editora Thoth.
  2. Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho[email protected]
    Advogado e Consultor Jurídico desde 1995. Sócio de Ramos & Marinho Advocacia. Procurador do Estado do Amazonas desde 1996. Representante Fiscal no Conselho de Recursos Fiscais (CRF) da Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas (SEFAZ). Doutor em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com pós-doutorado pela Università del Salento (Itália). Mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Professor do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGDir) da UFAM. Professor convidado da Escola Superior da Magistratura do Amazonas (ESMAM).
  3. Daniel Octávio Silva Marinho[email protected]
    Procurador do Município de Manaus, atualmente exercendo o mandato de Corregedor. Advogado e Consultor Jurídico. Ex-Procurador do Estado de Roraima. Doutor em Direito Constitucional pela Faculdade Autônoma de Direito de São Paulo - FADISP. Mestre em Direito Constitucional pela Instituição Toledo de Ensino - ITE. Especialista em Direito Público pela Universidade Cândido Mendes - UCAM. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Amazonas - UFAM. Presidente da Comissão de Estudos em Direito Processual Civil da OAB-AM. Professor dos cursos de especialização da Escola Superior da Advocacia Nacional - ESA Nacional, da Escola Superior da Magistratura do Amazonas - ESMAM e da Escola Superior da Advocacia do Amazonas - ESA/AM. Membro do Instituto Brasileiro de Direito Processual -IBDP, da Associação Brasileira de Direito Processual Constitucional -ABDPC, da Associação Brasileira de Direito Processual - ABDPRO e da Associação Norte Nordeste de Professores de Processo - ANNEP. [email protected]

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